🗓️ Conferencia Internacional Soberanía Financiera: Deuda Saqueo y Resistencias
📅 23-25 octubre.
📍 São Paulo – Brasil
👉🏽 Informaciones: https://tinyurl.com/269fwemx
➡️ Inscripciones: bit.ly/ConferenciaSoberania2023
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La Plataforma Latinoamericana y del Caribe por la Justicia Climática y la Campaña Global para exigir Justicia Climática en conjunto están implementando el proyecto “Detener la captura corporativa climática en América Latina y el Caribe”. En la misma se darán a conocer los primeros hallazgos del Mapeo de Falsas Soluciones a la crisis climática, que es la principal actividad del proyecto. Esta herramienta digital permitirá a las comunidades y territorios afectados, así como al movimiento socioambiental, visibilizar y denunciar los impactos nefastos de estas falsas soluciones.
La cita es en la Ciudad de Panamá del 26 al 28 de octubre, lugar en la que se reúnen alrededor de 30 activistas de diferentes organizaciones y comunidades provenientes de Ecuador, Bolivia, Honduras, El Salvador, República Dominicana, Guatemala, Paraguay, Costa Rica, Chile y Panamá. Siendo el Colectivo Voces Ecológicas de Panamá (COVEC) la organización anfitriona.
Escuchemos declaraciones de Johanna Molina del Colectivo Viento Sur de Chile:
Por otra parte, el 28 de octubre se realizará una conferencia de prensa y el foro público “Las falsas soluciones al cambio climático y su promoción en América Latina y el Caribe”. En la misma se presentará los problemas que agudizan la crisis y propondrán reales soluciones, así como los impactos sobre las comunidades en Panamá.
Es importante destacar que al cierre de esta nota diversas organizaciones socioambientales panameñas salieron a manifestarse nuevamente en contra de la presentación del contrato minero, la cual rechazan su aprobación.
Por: Dania Betzy Batista Guevara. Radio Temblor Internacional


Programação teve início na nesta sexta (13) e segue até terça (17) com atividades formativas e culturais. A iniciativa reúne mais de 2 mil jovens de todo país.

Redação | Com informações Brasil de Fato (DF)
“Este acampamento construído a muitas mãos, com a presença de diversas organizações que compõem a Via Campesina, que compõem a juventude da classe trabalhadora, a juventude urbana e que marca um momento único para nós que somos jovens. Este acampamento é a cara daquilo que nós fazemos diariamente, conteúdo político, formativo e organizativo”, afirmou Renata Menezes, coordenadora de juventude do Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e integrante da articulação de jovens da Via Campesina Brasil.
A coordenadora do MST ainda destacou que os jovens vivem um contexto de crise ambiental com consequências trágicas, como o adoecimento. “A gente sabe que para combater a fome é preciso construir reforma agrária, é preciso a demarcação das terras indígenas, é preciso ter a regularização das terras quilombolas e é preciso o investimento na agricultura familiar para que a juventude permaneça no campo”, acrescentou Renata.
Um dos objetivos do Acampamento que reúne mais de 2 mil jovens de 22 estados brasileiros é potencializar a plataforma de lutas da juventude do campo, das águas e das florestas, por isso, a programação conta com mesas que debatem a conjuntura política nacional e global, a questão feminista e antirracista. Também participam da atividade jovens de países como Venezuela, Cuba, Equador e Colômbia.
“Nosso objetivo é de denunciar os crimes cometidos pelo capitalismo, em diálogo com a sociedade e conformar essa unidade enquanto juventude do campo brasileiro, fortalecer e massificar a nossa pauta e afirmar uma plataforma de lutas da juventude camponesa”, defendeu Daniel Souza, coordenador do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e também integrante da articulação de jovens da Via.
Mensagem da Rede Jubileu
A Jubileu Sul Brasil (JSB) agradece ao convite e saúda o Acampamento Nacional da Juventude em Luta, por Terra e Soberania Popular.
As juventudes do Campo e da Cidade carregam uma grande tarefa: manter viva a chama e o sonho de construirmos uma outra sociedade. Como encantar um jovem, uma jovem que trabalho como entregador/a por aplicativo ou boia fria explorado pelo agronegócio para essa tarefa coletiva de transformar radicalmente nossa sociedade que parece não ter lugar para a classe trabalhadora e em particular para jovens negros e negras periféricos?
Precisamos de muita luta e muita gente para que nossa sociedade seja construída sobre outros valores. Precisamos de uma sociedade onde as juventudes possam crescer estudando e se formando para exercer em plenitude seus potenciais. Para isso, precisamos entre tantas tarefas, enfrentar o tema do pagamento da dívida pública e a destinação do dinheiro público. Além da reforma tributária que está em debate.
Até quando os ricos não pagarão impostos? Aguardamos com muita esperança e alegria, os resultados, encaminhamentos e chamados desse importante Encontro Nacional.
Viva a juventude do campo!
Viva a juventude da cidade!
A vida acima da dívida!

O Acampamento
A programação do Acampamento da Juventude conta com cerca de 100 atividades, entre rodas de conversa e oficinas. Temáticas como enfrentamento ao êxodo juvenil, acesso a educação e a terra, conjuntura nacional e internacional, patriarcado, racismo e a luta por terra e soberania popular, além da permanência da população no campo estão no centro dos diálogos e debates. Além destes espaços de trocas de saberes e experiências também acontece a Mostra de Produção da Juventude, com produtos de todas as regiões do país, e o Festival da Juventude.
Nesta segunda-feira (16), Dia Internacional da Soberania Alimentar, o acampamento realizará a Conferência Livre dos Povos do Campo, das Águas e das Florestas, um espaço em defesa da agroecologia e da produção de alimentos saudáveis. Além das atividades políticas e espaços de formação, o Acampamento vai contar com a Mostra de Produção da Juventude, com produtos de todas as regiões do país (confira detalhes da programação no fim deste texto).
Confira a programação do evento:
Sexta-feira (13/10)
A partir das 7h – Acolhimento, Organicidade e Reunião das Equipes
12h – Almoço
14h – Mística e Animação / Abertura do Acampamento
15h – Análise de Conjuntura Nacional e Internacional: O que tá rolando no mundo e o que temos haver com isso?
17h às 18h – Reunião da delegação dos estados
19h – Jantar
20h – Festival da Juventude: 40 anos de Hip Hop no Brasil
Sábado (14/10)
7h – Café da Manhã
8h – Mística e Animação / Nossa luta é internacional: Depoimentos das delegações!
9h – Patriarcado, racismo e a construção de relações humanas emancipadas
12h – Almoço
14h às 17h30 – Rodas de Conversas
17h30 – Abertura da Mostra de Produção da Juventude
19h – Jantar
20h – Festival da Juventude: Sarau Rebeldia para lutar, viver e amar!
Domingo (15/10)
7h – Café da Manhã
8h – Mística e Animação / Nossa luta é internacional: Depoimentos das delegações!
09h – Juventude, arte e cultura na disputa das ideias!
12h – Almoço
15h às 17h30 – Oficinas
17h30 – Mostra de Produção da Juventude
19h – Jantar
20h – Festival da Juventude: Apresentações das Regiões
Segunda-feira (16/10)
7h – Café da Manhã
8h – Mística e Animação / Nossa luta é internacional: Depoimentos das delegações!
09h – A Juventude e a luta ambiental: por terra e soberania popular estamos aqui!
12h – Almoço
14h às 17h30– Oficinas
17h30 – Mostra de Produção da Juventude
19h – Jantar
20h – Conferência Livre dos Povos do Campo, das Águas e das Florestas (Ato Político)
Terça-feira (17/10)
7h – Café da Manhã
8h – Mística e Animação / Nossa luta é internacional: Depoimentos das delegações!
Plantio de Árvores e Solidariedade
12h – Almoço
14h – Encerramento
Nuestro elevado consumo de materias primas agrícolas, metales, minerales y madera tiene graves consecuencias para los pueblos del Sur global. Al menos 177 personas fueron asesinadas en 2022 por defender sus derechos sobre la tierra y la conservación de la naturaleza. Más de un tercio de las víctimas eran indígenas, entre ellos nuestro aliado Sarapo Kaapor, en Brasil.
La organización británico-estadounidense Global Witness ha publicado su informe anual sobre las amenazas y asesinatos de indígenas, ecologistas y defensores de los derechos humanos en todo el mundo.
Según el informe, al menos 177 personas fueron asesinadas en todo el mundo el pasado año 2022. De ellas, más de un tercio (64 personas) eran indígenas.
Como en años anteriores, el punto caliente de la violencia se sitúa en América Latina, con un ranking en el que nadie quiere situarse a la cabeza, pero lo hace Colombia con 60 muertes, seguida de Brasil (34), México (31) y Honduras (14), y sigue Filipinas (11) en Asia.
Las cifras presentadas por Global Witness constituyen una imagen parcial de la magnitud de los asesinatos de defensores de la tierra y el medio ambiente en todo el mundo en 2022, tal y como lo explica la ONG británico-estadounidense en el informe:
“También somos conscientes de que es posible que no se conozcan los nombres de muchos defensores que murieron el año pasado, y que nunca sepamos cuántas personas más sacrificaron sus vidas para proteger nuestro planeta.”
Así pues, las estadísticas de Global Witness son sólo la punta del iceberg de la violencia. En un detallado “Informe sobre la violencia contra los pueblos indígenas en Brasil para el año 2022”, el Consejo Indígena CIMI documenta sólo en Brasil 180 asesinatos de indígenas debidos a conflictos por la tierra y los recursos. A todas estas personas se les ha arrebatado la vida de forma violenta. Entre 2012 y 2022 han sido casi 2.000 personas asesinadas en total en este contexto en todo el mundo.
Hay que tener además en cuenta que muchas más personas han sido amenazadas, golpeadas, secuestradas, expulsadas o criminalizadas por trabajar activamente para proteger sus tierras y defender la naturaleza y sus poblaciones. Con demasiada frecuencia, los agresores y quienes los respaldan -terratenientes, políticos y empresas sin escrúpulos- ni siquiera se detienen ante el asesinato. Saben de la impunidad reinante, que los delitos no suelen ser investigados más a fondo por las autoridades ni llegan ante la justicia.
Una de las víctimas en 2022 fue el líder indígena Sarapo Kaapor. Como aliado de nuestra asociación, lideró a su pueblo en la defensa de la selva tropical oficialmente reconocida como territorio indígena Ka’apor. Con una superficie de 531.000 hectáreas [equivalente a todo el territorio de la comunidad autónoma española de Cantabria] el territorio del Alto Turiaçu alberga una enorme biodiversidad, incluidas numerosas especies animales y vegetales endémicas, es decir, que sólo se encuentran allí.
Con su modo de vida respetuoso con la naturaleza, los ka’apor han preservado la última gran extensión de selva tropical del noreste de la Amazonia. Ganaderos, sojeros, madereros y mineros amenazan continuamente a los ka’apor para apropiarse de sus tierras y de las materias primas del territorio. También la mafia de la droga invierte en estas actividades para blanquear el dinero del narcotráfico.
Como en el caso Ka’apor, la mayoría de los asesinatos se vinculan a la expansión del agronegocio, a la minería y a la tala de árboles y a menudo contaban con respaldo político. El gobierno del presidente Bolsonaro, concluido a finales de 2022 y que contaba con apoyo de parte del poder judicial, el parlamento y otros sectores de la sociedad brasileña, veía los crímenes contra las minorías y la naturaleza como necesarios para el crecimiento económico, escribe CIMI en su informe.
Salva la Selva apoya al pueblo indígena kaapor con donaciones, campañas y trabajo en red desde hace tres años. Para exigir el esclarecimiento del asesinato, organizamos con los indígenas ka’apor la petición “Brasil: el pueblo indígena Ka’apor necesita nuestra solidaridad“, en la que participaron hasta este momento casi 80.000 personas. También trabajamos continuamente para documentar, denunciar públicamente y difundir casos similares que se dan entre las organizaciones de nuestra red.
Foto: Sarapo Kaapor, líder indígena del pueblo ka’apor asesinado en Brasil en 2022 (© Andrew Johnson)
Tomado de: salvalaselva.org
Fuente: Radio Temblor
En esta séptima entrega de los documentos de SALVETERRA desarrollamos un tema de gran relevancia: la importancia de la recuperación de los ecosistemas tropicales como elemento vital y fundamental en la lucha contra el Cambio Climático y la recuperación del equilibrio de la Ecosfera terrestre.
Ecosistemas tropicales: la zona tropical de nuestro planeta se localiza entre los 15°-25° grados norte y sur del ecuador. Por las temperaturas cálidas y las lluvias, presenta las mejores condiciones para el desarrollo de diversos ecosistemas tropicales ricos en biodiversidad. Por si solos, estos ecosistemas contienen más biodiversidad que todos los otros ecosistemas del planeta juntos. Es claro entonces su enorme importancia para la recuperación y protección de la vida del planeta Tierra.
Pero esa relevancia no solo se vincula a la biodiversidad. Hay otros servicios ecosistémicos de gran importancia. Uno de ellos tiene que ver con la enorme capacidad de almacenar dióxido de carbono y la producción de oxígeno por fotosíntesis. Los árboles y las plantas, en general, acumulan carbono de forma temporal, pero al morir, ese carbono puede pasar al suelo donde conforma un importante sumidero que almacena el dióxido de carbono de forma permanente. Una hectárea de suelo tropical puede almacenar, en pocos años, hasta 400 toneladas de carbono.
La gran ventaja de estas zonas es que por la característica climática que tiene, la regeneración de los suelos y ecosistemas es muy acelerado. Se puede pasar de un charral a un bosque secundario en recuperación en plazos cortos (5 años en promedio).
Así, los ecosistemas tropicales son como una gigantesca fábrica de vida y biodiversidad que, además, funcionan como un sumidero de carbono cuyo desarrollo permitiría ralentizar los efectos del Cambio Climático, mientras se frena la masiva extinción de especies que afecta a nuestro planeta.
Situación actual: a lo largo del Antropoceno (desde al año 1.800 DC) y, en particular, durante las últimas cuatro décadas, los ecosistemas tropicales han desaparecido por cambios de uso del suelo, deforestación e incendios forestales (intencionales y naturales). Su área ha disminuido a la mitad y lo que queda, se está degradando rápidamente, con una significativa pérdida de biodiversidad y de su capacidad para almacenar dióxido de carbono. De paso, los suelos ricos en materia orgánica se degradan y erosionan, liberando el CO2 a la atmósfera, así como otros gases de efecto invernadero.
Gran parte de este deterioro ambiental tiene explicación por la ausencia de ordenamiento y planificación territorial, es decir, por una totalmente inadecuada gestión del territorio. A esto se suma el aumento de la población y, sobretodo, el incremento del consumo que produce una enorme presión sobre los recursos naturales de los países tropicales.
Y no nos referimos a la presión que produce los requerimientos de autoconsumo de esos países tropicales que, por lo general, son países pobres con una población muy alta (que vive con presupuestos de muy pocos dólares por día) y en crecimiento (salvo algunas pocas excepciones como Costa Rica), sino más bien a la presión que ejerce el consumo de los países ricos que requieren de productos agrícolas y ganaderos para satisfacer sus voraces necesidades que da su situación de confort.
Piña, banano, sorgo, frutas tropicales, café y otros cultivos, así como carne de res de primera calidad, son algunas de las actividades agrícolas y agropecuarias cuyo desarrollo productivo exige el uso de grandes extensiones de territorio que, debido a la falta de planificación territorial, sacrifican ecosistemas tropicales para implantarse en los territorios de los países pobres tropicales.
Así, conforme aumenta la degradación de los ecosistemas y los suelos de los países tropicales, aumenta también la pobreza. Hay una relación proporcional. También la desertificación se asocia a estos problemas, como la contaminación y degradación de los suelos, el aire y las fuentes de agua y los acuíferos de aguas subterráneas.
Conforme se degrada el ambiente de los países tropicales, se incrementan los problemas sociales y con ello, una cadena de impactos sociales de los cuales la migración hacia los países ricos (principalmente del hemisferio norte) se incrementa.
Es claro que, para cambiar esta grave tendencia de deterioro ambiental y social, se requieren aplicar acciones concretas cuya base piramidal lo constituye la efectiva y eficiente gestión del territorio de los países tropicales.
El cambio que se necesita: un cambio estratégico y fundamental del cual ya hemos escrito previamente, es la valoración y pago real, ambiental y con visión planetaria que debe tener un espacio geográfico que presenta un ecosistema natural.
No nos referimos al valor económico por hectárea o metros cuadrados que define la economía convencional a un terreno de este tipo. Por lo general, entre otros muchos factores de absoluta visión antropocéntrica y de uso inmobiliario (como los accesos y los servicios), estos terrenos son castigados y valorados como si estuvieran dañados por contener un ecosistema natural.
Incluso, cuando los mismos son objeto del pago de un servicio ambiental, el monto que se paga por hectárea es muy bajo (cerca de $ 70 – $ 75 dólares por hectárea por año en el caso de Costa Rica).
Bajo este esquema económico, es claro que los propietarios privados de terrenos que tienen ecosistemas naturales, salvo algunas excepciones, siempre van a estar tentados por los desarrolladores inmobiliarios que proponen fraccionamientos forestales, o bien por quienes extraen madera ilegal y especies de flora y fauna para que ceda y permita “aprovechar” las riquezas de esos terrenos cuyo verdadero tesoro son los ecosistemas que los conforman.
Se trata de una tentación económica a las que relativamente pocos propietarios no ceden. Se presenta en todo tipo de terrenos y en todos los países tropicales generando un grave efecto ambiental acumulativo que contribuye de forma notable con el deterioro de la Ecosfera terrestre.
La solución entonces, es darle el verdadero valor que tienen esos terrenos para confrontar la Crisis Climática, salvar la vida del planeta y restaurar el equilibrio de la Ecosfera terrestre. También se deben incluir aquellos terrenos ya impactados y que tienen potencial para la regeneración y restauración de ecosistemas, cuya identificación debe provenir de la zonificación ambiental derivada del ordenamiento y la planificación del territorio.
Así, como hemos señalado (ver: http://www.allan-astorga.com/allan-astorga/2023/1/12/cop-27-urge-cambiar-la-estrategia-en-la-lucha-contra-el-cambio-climtico?rq=cop) la doble estrategia de tratar de descarbonizar la economía, combinada con la recuperación, protección y regeneración de suelos y ecosistemas tropicales multiplicaría las posibilidades de tener éxito. Para lograr esto, es indispensable la creación de cuentas ecológicas que financien la recuperación de ecosistemas. Sin ese financiamiento que debería provenir, principalmente, de la explotación de los combustibles fósiles, lograr el objetivo ser hará mucho más lento o muy difícil.
Ventajas múltiples: invertir en la recuperación, protección y regeneración de ecosistemas es la más importante inversión que debe hacer la humanidad en estos momentos. Lejos de seguir gastando ingentes cantidades de recursos económicos en armamento, ejércitos y guerras, la prioridad debe ser completamente otra.
Las ventajas son enormes, desde ralentizar los efectos de la Crisis Climática, hasta frenar la extinción masiva de especies en la que ya nos encontramos. Pero también hay otras ventajas sociales, dado que la inversión en ecosistemas tropicales permitirá impulsar a los países tropicales pobres hacia el progreso y el desarrollo económico. La creación de empleo, el desarrollo económico promovido por el uso sostenible de los recursos y la correcta y eficiente gestión del territorio producirán enormes avances en estos países, haciendo que la migración disminuya o desaparezca por completo; además de la mejoría en la calidad de vida.
La coyuntura es ahora. No hay tiempo para más postergaciones. De allí la importancia en seguir insistiendo en el tema.
Este artículo fue elaborado por el especialista Allan Astorga, de la ONG Salvaterra
Ilustración: OSVAL
Fuente: Radio Temblor
Fotos: Gerardo Magallón
Ciudad de México | Desinformémonos. «México entero es un campo de guerra que se expresa en la militarización, el militarismo y el paramilitarismo exacerbados, la presencia de los cárteles criminales por doquier y la persecución, nunca antes vista, de migrantes mediante el uso de la guardia nacional y las fuerzas castrenses», denunció el Congreso Nacional Indígena – Concejo Indígena de Gobierno (CNI-CIG), este 12 de octubre.
En el marco de la «Acción global por el alto a la guerra contra los pueblos de México y del Mundo, hacia los pueblos zapatistas y hacia los pueblos originarios de México», y en respuesta a la convocatoria del CNI-CIG, cientos de comunidades y ciudades en el país y el mundo se organizaron para exigir el cese de la violencia que despoja los territorios ancestrales, desaparece, hostiga y asesina a sus habitantes y actúa en favor de los intereses de las empresas y los gobiernos.

Las actividades se realizaron desde ciudades del país como Morelia, Cuernavaca, Xalapa, Guadalajara, Tepic, hasta países como Alemania, Francia, Estados Unidos, Argentina y España, bajo la misma consigna de exigir un alto a la guerra contra las comunidades del Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZLN) en Chiapas y todos los pueblos amenazados por el capitalismo.
«La guerra en contra de los pueblos de México se llama narcoestado capitalista», aseguró el CNI-CIG, que destacó como muestras de esta embestida las leyes que privatizan y legalizan el despojo del agua, como sucede en Tlaxcala, Querétaro, Puebla y la Ciudad de México, pero que «también se llama Proyecto Integral Morelos, Aeropuerto de Santa Lucia y programas de ordenamiento territorial en el centro del país y la Ciudad de México».

«Se cumplen 531 años del inicio de la resistencia y la rebeldía de nuestros pueblos en contra de esta interminable guerra de invasión y conquista capitalista patriarcal; y 27 años de haberse fundado el Congreso Nacional Indígena como el espacio de lucha y unidad de los pueblos originarios de México», agregó la organización en su comunicado.
En la Ciudad de México, se realizó una movilización en el Centro Histórico hasta el Zócalo, con la participación de comunidades, artistas, colectivos, estudiantes y activistas, luego de la celebración por el tercer aniversario de la toma del Instituto Nacional de Pueblos Indígenas (INPI), que la comunidad otomí residente en la capital convirtió en la Casa de los Pueblos y Comunidades Indígenas “Samir Flores Soberanes”.

Los pueblos indígenas en México «no tenemos nada que celebrar porque este gobierno no nos escucha. Nosotros celebramos por la resistencia, por la lucha que estamos llevando», dijo una de las mujeres otomís en el festejo del INPI.
A continuación el comunicado completo:
A los pueblos de México y del mundo,
A los organismos y colectivos defensores de derechos humanos,
A los medios de comunicación.
Hoy 12 de octubre se cumplen 531 años del inicio de la invasión europea a nuestras tierras y territorios, fecha que marcaría el inicio de uno de los mayores genocidios en la historia de la humanidad y de la salvaje globalización capitalista que ha sido impuesta a todos los pueblos del mundo; pero también se cumplen 531 años del inicio de la resistencia y la rebeldía de nuestros pueblos en contra de esta interminable guerra de invasión y conquista capitalista patriarcal; y 27 años de haberse fundado el Congreso Nacional Indígena como el espacio de lucha y unidad de los pueblos originarios de México,
Actualmente el mundo vive en medio de grandes guerras como lo acreditan la masacre y el exterminio que en estos momentos lleva a cabo el ejército de ocupación israelí en contra del pueblo palestino en la franja de Gaza y en Cisjordania. De guerra en guerra y por medio de ellas el capitalismo global se reproduce cotidianamente.
México, a pesar de los disfraces y mentiras que brotan del gobierno de la Cuarta Transformación, no es la excepción y los cifras que describen la violencia y la guerra son elocuentes: más de 156 mil homicidios dolosos, más de 43 mil personas desaparecidas y no localizadas, más de 4 mil feminicidios, 75 periodistas y 104 personas defensoras de tierra y territorio, pueblos indígenas, derechos humanos y medio ambiente asesinadas en este sexenio, casi la mitad de estos últimos participantes en el espacio que es el CNI.
México entero es un campo de guerra que se expresa en la militarización, el militarismo y el paramilitarismo exacerbados, la presencia de los cárteles criminales por doquier y la persecución, nunca antes vista, de migrantes mediante el uso de la guardia nacional y las fuerzas castrenses.
Particularmente la frontera de México con Guatemala en Chiapas, donde el Cártel Jalisco Nueva Generación y el Cártel de Sinaloa disputan sangrientamente el territorio, o regiones enteras de estados como Guerrero, Michoacán, Colima, Jalisco, Guanajuato, Sonora, Chihuahua, Zacatecas y Tamaulipas, viven un clima de aguda violencia bajo el control casi total de los cárteles criminales, mismo que se complementa con la ausencia de gobierno y la simbiosis entre instituciones públicas, funcionarios, mandos militares y grupos de la delincuencia organizada. Adicionalmente, en Chiapas existe un claro cerco de guerra en contra del Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZLN) y los pueblos zapatistas, escenario en el que los grupos paramilitares operan con total impunidad desde hace tres décadas y últimamente han aumentado sus agresiones contra las comunidades zapatistas, destacando los más de 100 ataques, entre 2019 y 2023, que la Organización Regional de Cafeticultores de Ocosingo (ORCAO) ha llevado a cabo en contra de poblados zapatistas pertenecientes al Caracol 10, Floreciendo la Semilla Rebelde.
El cerco hacia los pueblos zapatistas y el EZLN, masacres como la de Acteal, así como la desaparición de los 43 jóvenes de Ayotzinapa, junto a la creciente y continuada violencia hacia las mujeres, o el asesinato y desaparición de defensores de la tierra, como son los casos de nuestros hermanos Samir Flores Soberanes de Amilcingo y Sergio Rivera Hernández de la organización MAIZ, son señales contundentes de esta guerra que hoy viste de sangre y dolor al país entero. Por más de ocho años las comunidades de la montaña baja de Guerrero que conforman el Concejo Indígena y Popular de Guerrero Emiliano Zapata, han sido víctimas de la delincuencia organizada, y actualmente suman más de 20 desaparecidos y más de 50 asesinados a manos del grupo narco paramilitar conocido como los ardillos, mismo que actúa bajo la protección de los gobiernos municipales y del estado, así como del ejército federal perteneciente a la zona militar número 35. Asimismo, la comunidad nahua de Santa María Ostula, Michoacán, en su lucha por defender sus tierras, su autonomía y su guardia comunal, ha sufrido, desde el año 2008 a la fecha, el asesinato de 39 comuneros y la desaparición de 6 más, recordando que en lo que va del año han sido asesinados 5 comuneros por el Cártel Jalisco Nueva Generación.
Junto a la Asamblea Nacional por el Agua y la Vida manifestamos que la guerra en contra de los pueblos de México se llama narcoestado capitalista, porque se impone a través de leyes que privatizan y legalizan el despojo del agua como sucede en Tlaxcala, Querétaro, Puebla y la Ciudad de México; se impone con instrumentos de guerra como CONAGUA, SACMEX, CEA Querétaro y CEAS Puebla, organismos que venden el agua a las empresas transnacionales y al gran capital financiero, a la vez que gestionan y subsidian proyectos para robar el agua de nuestros pueblos y devolverla envenenada. Esa guerra de despojo también se llama Proyecto Integral Morelos, Aeropuerto de Santa Lucia y programas de ordenamiento territorial en el centro del país y la Ciudad de México.
Asimismo, hacemos nuestra la denuncia de la Asamblea Nacional por el Agua y la Vida hacia la sistemática represión, criminalización, persecución y encarcelamiento que el estado ejecuta en contra de quienes nos organizamos en defensa del agua y la vida y reiteramos que la guerra en nuestros pueblos se vive en su expresión más cruda mediante la militarización, el hostigamiento policiaco, el uso o amenaza de la fuerza en manifestaciones, o mediante grupos de choque paramilitares, la instalación de complejos policiacos y militares y el despliegue de grupos criminales en nuestros territorios con la pretensión de callar la voz de los pueblos, imponer los megaproyectos de muerte y legalizar el despojo del agua como ocurre en Santiago Mexquititlán, El Salto, Tlaxcala, San Gregorio Atlapulco y Puebla.
Nos hacemos eco de las palabras de los pueblos, comunidades, organizaciones, colectivos, redes y personas del sur-sureste mexicano integrantes de la campaña El Sur Resiste, señalando que nos preocupa el avance violento de los megaproyectos interconectados Tren Maya y Corredor Interoceánico Istmo de Tehuantepec; y de todos los proyectos que se están ejecutando en este reordenamiento territorial del sur-sureste. Los trenes, gasoductos, parques industriales, puertos, aeropuertos, carreteras, hoteles y demás infraestructura logística que se ha estado construyendo, solo han representado la destrucción de la naturaleza, el saqueo de nuestros bienes naturales, el despojo de nuestras tierras y la división de nuestras comunidades, sumando el aumento de la violencia por parte de los grupos del crimen organizado que disputan nuestros territorios. En contraste, la presencia masiva de las corporaciones militares en el sur-sureste, mismas que son las administradoras directas de estos megaproyectos, no ha traído seguridad ni paz, por el contrario, estas corporaciones han sido responsables de amenazas, persecución y hostigamientos contra quienes defendemos a la madre tierra, nuestros territorios y la vida misma.
Junto con la campaña El Sur Resiste denunciamos el avance en la construcción del mal llamado Tren Maya y sus proyectos complementarios como la Puerta al Mar y otros que atraviesan y destruyen las reservas de la biosfera de Sian Ka’an y de Calakmul. Denunciamos que el Corredor Interoceánico, igual que el tren maya, no es otra cosa que la entrega de nuestros territorios a los grandes capitales extranjeros con el resguardo de la marina, la guardia nacional y la delincuencia organizada. Denunciamos que los parques industriales que pretenden instalar tanto en el Istmo veracruzano como en el oaxaqueño, entre los puertos de Coatzacoalcos y Salina Cruz, además de contaminar nuestras aguas, tierras y aire y contribuir al calentamiento global, al igual que la refinería Dos Bocas, conformarán la nueva frontera al servicio de Estados Unidos, no solo para detener el avance de las migraciones del sur del continente y de rincones remotos del sur global, migraciones que acrecentarán la mano de obra barata; sino con el fin de utilizar la región para la movilidad de las mercancías del comercio mundial y para la movilidad militar en un contexto de guerras y disputas por el control del mundo.
Ante esta guerra capitalista y patriarcal de las corporaciones mundiales y sus gobiernos contra la humanidad, hoy nos movilizamos para exigir un alto total al cerco dirigido contra el EZLN y las comunidades zapatistas; y contra los pueblos originarios de México, a traves de la militarización, el militarismo, la paramilitarización, el crimen organizado o los mal llamados planes de justicia indígenas en los pueblos yaqui, mayo yoreme y guarijío de Sonora y en distintos puntos de la geografía nacional que el INPI impulsa y cuyas oficinas centrales permanecen tomadas, justo desde hace tres años, por la comunidad indígena otomí residente en la Ciudad de México. Llamamos a los pueblos de México y del mundo a organizarnos para frenar esta guerra que se vertebra por medio del despojo y la explotación crecientes que implican el saqueo del agua, la extracción y distribución de hidrocarburos, la minería y los megaproyectos de infraestructura encaminados al ordenamiento salvaje de las poblaciones, de las fronteras y de los territorios de nuestros pueblos.
No detengamos nuestro paso. Resistiremos, como lo hemos hecho hasta el día de hoy, esta prolongada guerra de conquista. Resistiremos los grandes proyectos de infraestructura y el salvaje reordenamiento que el capital pretende imponer en nuestros territorios. Seguiremos resistiendo la militarización y la creciente presencia del crimen organizado; seguiremos resistiendo el despojo, la explotación y la muerte que este capitalismo patriarcal pretende imponer en cada rincón del planeta. Nuestra lucha es por la vida.
¡¡ALTO A LA GUERRA CONTRA LOS PUEBLOS DE MÉXICO Y DEL MUNDO, HACIA LOS PUEBLOS ZAPATISTAS Y HACIA LOS PUEBLOS ORIGINARIOS DE MÉXICO!!
¡¡LA GUERRA CONTRA LOS PUEBLOS EN MÉXICO SE LLAMA NARCOESTADO CAPITALISTA!!
¡¡A 531 AÑOS DEL INICIO DE LA GUERRA SEGUIMOS RESISTIENDO!!
¡¡531 AÑOS HAN PASADO Y NO NOS CONQUISTARON!!
¡¡VIVA EL CONGRESO NACIONAL INDÍGENA EN SUS 27 AÑOS DE VIDA!!
¡Nunca mas un México sin Nosotros!
¡Por la Reconstitución Integral de nuestros Pueblos!
CONGRESO NACIONAL INDÍGENA-CONCEJO INDÍGENA DE GOBIERNO
Fuente: Desinformemonos