CONVOCATORIA – FORO: DEBATE SOBRE LA DEUDA EN EL CARIBE

  

La deuda asfixia a los pueblos del Caribe

¡Exigimos Reparación ya!

La coordinación Caribe de la Red Jubileo Sur/Américas, está organizando un Foro sobre la Deuda en el Caribe, el día 19 de mayo a partir de las 15h00 (Caribe)

El objetivo de este foro es abordar acerca de la gravedad de la situación de los pueblos del Caribe, asfixiados por una inmensa e insostenible deuda ilegal, ilegítima y criminal. La mayoría de los países de la región están sufriendo duramente las trágicas consecuencias de los procesos de endeudamiento que son un elemento central en el sistema de dominación y de saqueo de nuestros países. 

La situación del endeudamiento de los países caribeños se ha agravado durante y después de la crisis sanitaria, con las nuevas iniciativas de las IFIs y con las tensiones inflacionarias sobre los precios de los alimentos, de los recursos energéticos y las crisis cambiarias. Este foro quiere también presentar un breve resumen de las luchas de los pueblos caribeños frente a la dominación de la deuda. 

Examinaremos varios casos y procesos de lucha que priorizan los reclamos para obtener reparación. Reparación del crimen de la esclavitud, del colonialismo, de los procesos de recolonización y de los crímenes de destrucción ecológica. Estos procesos priorizan a los pueblos como actores centrales, revirtiendo el discurso oficial común sobre la deuda, mostrando que somos nosotr@s l@s acreedores de una inmensa deuda histórica, social y ecológica. 

Esperamos que este foro será la ocasión de conocer más estos heroicos procesos de resistencia, y estimular a más organizaciones y movimientos sociales de la región, a poner la lucha contra la deuda en su agenda de movilización e involucrarse más en la lucha contra la dominación imperialista y capitalista y la construcción de alternativas radicales. 

Este foro será dividido en tres momentos:

  •  En un primer momento, presentaremos una breve radiografía de la situación de endeudamiento de los países del Caribe. Analizaremos las nuevas tendencias impulsadas por las IFIs y el peligro de las nuevas estrategias de crecimiento supuestamente verdes. 
  •  En un segundo momento, vamos a profundizar sobre las iniciativas y procesos de lucha contra la deuda, contra el ecocidio y los crímenes de lesa humanidad cometidos contra los pueblos de la región a través de algunos casos emblemáticos.
  • En un tercer momento, discutiremos sobre las prioridades de la lucha contra la dominación de la deuda en interrelación con procesos continentales (por ejemplo, la campaña Bolívar versus Monroe), la presencia y participación de las organizaciones caribeñas en la 2.ª conferencia sobre soberanía financiera en septiembre 2023, la jornada continental contra el neoliberalismo y la movilización de en Marrakech contra el FMI y el Banco Mundial en octubre 2023. 

Entre cada momento los participantes podrán expresarse a través de preguntas, sugerencias y comentarios. Al final tendremos un momento para adoptar algunas orientaciones para las luchas anti-imperialistas de los próximos meses. 

Para inscripciones:

 https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_hs6c3QB9QTKc4746ajyYtA

 

¡NO DEBEMOS! ¡NO PAGAMOS! ¡SOMOS LOS ACREEDORES!

Feira do MST leva mais de 500 toneladas de alimentos saudáveis para centro de São Paulo

Quem visitar a 4ª Feira Nacional da Reforma Agrária, de 11 a 14 de maio, no parque Água Branca em SP terá acesso a 1.500 itens de produtos diversos, comercializados por mais de 1.200 feirantes

Ao final da Feira MST realiza ação solidária com doação de 25 toneladas de alimentos. Foto: Joka Madruga

Da Página do MST

Já saboreou ou conhece os produtos da Reforma Agrária produzidos pelos Sem Terra? Já foi a uma Feira Nacional do MST e voltou para casa com a sacola cheio de alimentos saudáveis e aquele gostinho de quero mais? Esse momento está chegando novamente para a população da capital paulista e da região metropolitana de São Paulo. De 11 a 14 de maio, o MST ocupa o centro da capital com a 4ª Feira Nacional da Reforma Agrária, no parque Água Branca.

A Feira irá oferecer à população 500 toneladas de alimentos de 24 estados, produzidos pelas famílias Sem Terra nas cinco regiões do país. A maior parte dos produtos cultivados de forma agroecológica ou estão em processos de transição para a agroecologia.

Quem visitar o espaço terá acesso a uma diversidade de 1.500 itens de produtos diferenciados, comercializados por mais de 1.200 feirantes. Além de trazer nos alimentos, produtos e debates uma perspectiva de cuidado com nossos biomas, preservando e regenerando o meio ambiente nos territórios da Reforma Agrária Popular.

O evento também conta com a realização de seminários, conferências e ação solidária com doação de 25 toneladas de alimentos, ao final da feira. Contribuindo assim no combate à fome no país.

Diego Moreira do setor de produção do MST explica, que durante a Feira a população terá contato com várias cadeias produtivas, organizadas desde os assentamentos, cooperativas até o processo de comercialização dos produtos de Reforma Agrária.

“Vamos perceber a presenças dos arrozes, em especial do nosso arroz orgânico, a diversidade dos feijões, que produzimos no Brasil todo. Também cadeias importantes, como o leite e derivados, os derivados da cana-de-açúcar, derivados de milho, os cafés, o cacau, a mandioca. Além dos in natura, produção de hortifrúti, a produção que no dia a dia vai pras feiras nos municípios, estados, vai pra alimentação escolar e pro mercado convencional”, ressalta Diego.

Marcando também o início das comemorações rumo aos 40 anos do MST, a Feira sintetiza por meio dos alimentos saudáveis, o preparo de alimentos livres de veneno, da cultura popular Sem Terra, entre outros elementos, o processo histórico de luta e os avanços na defesa da Reforma Agrária.

“A Feira da Reforma Agrária tem o objetivo de dialogar com a sociedade o porque a Reforma Agrária é uma necessidade estrutural para o país, em contraponto ao modelo do agronegócio, que ao priorizar a produção de commodities para exportação com muito agrotóxicos, com desmatamento e queimadas é responsável pela crise ambiental que vivemos e não tem condições de resolver o problema da fome no país”, afirma Bárbara Loureiro do setor de produção do MST e da coordenação da 4ª Feira.

Além dos sabores, amoras e cores da terra repartida e da Reforma Agrária, mais de 200 artistas de todos os cantos do país irão se apresentar no evento, trazendo a importância da arte e da cultura popular como uma dimensão imprescindível dos trabalhadores/as Sem Terra. A Feira apresenta a riqueza da cultura popular brasileira também nos sabores e na diversidade gastronômica regional de todas as grandes regiões do país, que será servido nos pratos da Culinária da Terra, com 95 opções de pratos, produzidos em 30 cozinhas instaladas na Feira.

Mais de 200 artistas de todos os cantos do país se apresentam durante a Feira. Foto: Midia Ninja

Também se apresentam no palco principal artistas como Zeca Baleiro, Alessandra Leão, Ivan Lobo, Jorge Aragão, Gaby Amarantos, Jhony Hooker, Escola de Samba Camisa Verde e Branco, Lenine, Larissa Luz, Liniker, Alzira Espíndola, Tulipa, Chico Cesar, entre outros e uma diversidade de grupos culturais. Confira na programação completa.

O evento também será um momento em que o MST busca mostrar à sociedade e aos governos como a realização desse espaço de comercialização e trocas só é possível devido às ocupações de terra improdutivas, uma das principais formas de luta e pressão do Movimento em quase 40 anos de existência.

“Queremos apresentar à sociedade o fruto das nossas ocupações, organização e luta do MST, que são os alimentos saudáveis. E dialogar sobre a necessidade da retomada de políticas públicas que possibilitem o acesso à alimentação saudável, à educação e a garantia de direitos no campo. A Feira Nacional é portanto, um importante símbolo político da nossa organização, que apresenta a materialidade que tem sido construída a partir da Reforma Agrária Popular nos nossos estados”, enfatiza Bárbara.

Além de várias personalidades já confirmadas, que irão participar de espaços de debates, diálogos e visitar a Feira, como os ministros Paulo Teixeira (MDA), Alexandre Padilha (SRI), Sônia Guajajara (MPI) e Wellington Dias (MDS); Silvio Almeida (DH), os governadores Elmano de Freitas (CE), Jerônimo Rodrigues (BA) e Fátima Bezerra (RN). Além dos comunicadores, Paulo Vieira, Gregório Duvivier, Chico Pinheiro e Giovanna Nader, representantes de movimentos populares do campo e da cidade, centrais sindicais, partidos políticos progressistas e entidades parcerias.

Confira a programação completa:

11/05 – Quinta-feira
10h: Coletiva de Imprensa

Tarde: 12h às 18h
Apresentações artísticas:
Encontros e Cantorias
Cláudio Lacerda
Tom Ramos
Espetáculo de Teatro

14h – Seminário:
A Disputa Ideológica em Tempos de Neofascismo e Agronegócio

Noite – 18h às 20h
Palco Arena
Zeca Baleiro
Alessandra Leão
Participação Sem Terra

12/05 – Sexta-feira
Manhã: 8h às 12h
8h: Café Institucional
10h: Ato Político Abertura da Feira
Seminário: Políticas Públicas e Reforma Agrária Popular

Tarde – 12 às 18h
Apresentações artísticas:
Ivan Lobo
Tita Reis e Banda
Cabaré Feminista
Dáguas
Mamulengo
Cortejo Paulo Freire

13h30 Seminário
Reforma Agrária e Relações Humanas
14h Seminários:
Agroecologia e Meio Ambiente

Noite – 18h às 20h
Palco Arena
Yago Oproprio
Jorge Aragão

13/05 – Sábado
10h: Ato em defesa da Reforma Agrária

Tarde – 12 às 18h
Apresentações artísticas:
Cacique e Pajé
Baobá
Clarianas
Canções de luta
Jongo

14h- Seminários:
135 anos da abolição: latifúndio, fome e trabalho escravo;
Reforma Agrária, conflitos e desafios na atualidade;
15h – Seminário 40 anos do MST e a Memória

Noite – 18h às 20h
Palco Arena
Gaby Amarantos
Jhony Hooker
Escola de Samba Camisa Verde e Branco

14/05 – Domingo
9h: Maracatu
10h: Conferência pelo Direito a Alimentação Saudável

Tarde – 12 às 18h
13h: Ação “MST cultivando solidariedade
Apresentações artísticas:
Samba de origem
Pastoras do Rosário
Pereira da Viola
Folia de Reis
Trupe de Olho na Rua

Noite – 18h às 20h
Palco Arena
Cantadeiras
Lenine
Larissa Luz
Liniker
Alzira Espíndola
Tulipa
Chico Cesar
Mestrinho

Feira dos produtos da Reforma Agrária acontece todos os dias das 8h às 20h.

 

Fuente: Jubileu Sul Brasil

Ecuador: relatores de la ONU se pronuncian sobre intimidación y criminalización contra líderes ambientales

Fuente: Mongabay

Lanzamiento del cómic ‘Interferencia’, una historia sobre nuestra capacidad para transformar la crisis climática y cambiar el futuro

Martes, 9 de mayo de 2023

Durante la Feria Internacional del Libro de Bogotá 2023, Censat Agua Viva presentó este cómic, que hace parte del proyecto transmedia ‘Somos Tierra’. Este proyecto nace de la reflexión sobre la crisis ambiental actual, la esperanza de que es posible superarla y la necesidad de incluir a la juventud en esta discusión.

Interferencia es un cómic de cinco capítulos que presenta una Bogotá del futuro en donde la crisis climática ha llevado a una época de caos. La escasez de agua, alimentos y combustibles fósiles profundiza la división social y lleva a que la gente adinerada tome decisiones extremas para preservar sus privilegios. Este conflicto se repite en todas las latitudes de un mundo en el que se ha pasado el punto ambiental de no retorno.

Sin embargo, no toda esperanza está perdida, pues mucha gente resiste y construye alternativas, no solo para sobrevivir, sino también para cambiar ese futuro. Mientras son perseguidos en el 2052, los miembros del movimiento Somos Tierra buscan la forma de enviar mensajes a la Bogotá de 2023, para alertar a la gente del pasado sobre este mundo, porque han encontrado que todavía es posible modificarlo.

 

Un esfuerzo colectivo

Las y los asistentes al lanzamiento del cómic el pasado lunes, 24 de abril, tuvieron la oportunidad de conocer los detalles detrás de su proceso de creación, el cual pasó por distintas etapas, manos, ojos y mentes, para llegar a materializarse en una historia visual con un universo propio de personajes, tiempos y espacios.

Carolina López, escritora y artista plástica, es la creadora de la idea original de esta historia. Carolina asumió el reto de interpretar e hilar el conocimiento generado por Censat Agua Viva respecto a la crisis ambiental y civilizatoria que atraviesa nuestro planeta, para proponer una narrativa dirigida a las y los jóvenes de las ciudades, con el objetivo de convocarlos a la reflexión, la acción y la transformación colectiva:

Partí de muchas conversaciones con el grupo de investigadoras e investigadores de Censat y de un referente importante, que son las cartas al futuro de Richard Heinberg. Estas son unas cartas imaginarias escritas en el año 2101 por un científico, que le advierte a la gente del 2011  que su tiempo se va a acabar.

Como contraparte, están todos los casos reales de comunidades y territorios que están trabajando en alternativas a ese futuro oscuro. Con esos y otros referentes, lo que yo hago es crear una historia global, en donde dialogan dos temporalidades, el año 2052 y el 2023, y, por otro lado, generar unas cartas de quienes, desde el futuro, están comunicándose con nuestro presente imaginando qué dirían, qué nos podrían compartir para que tomemos acción.

Desde el inicio, el equipo detrás del cómic tuvo claro que quería darle la vuelta a esta tendencia distópica que parece expandirse en los relatos y sueños sobre cómo será el futuro de nuestro planeta y los seres que lo habitan. Por ello, el énfasis en la narrativa está ligado a la esperanza que generan y multiplican todos los grupos de personas que tienen procesos diversos para habitar el mundo de una forma consciente, amorosa y compartida. 

Con esta premisa clara, pero aún con un mar de decisiones estéticas, gráficas y de estructura del relato por resolver, el estudio de diseño La 10 recibió el material desarrollado por Carolina y empezó a convertirlo en una narrativa que pudiera resultar llamativa y comprensible para los y las jóvenes: un cómic. Tras un juicioso proceso de revisión y estudio de referentes visuales y de historias que hacen parte de la cultura popular (desde Terminatorhasta la saga de Volver al futuro), La 10 Estudio encontró la forma de plantear una serie de personajes y una trama concreta para guiar el desarrollo de los acontecimientos. Su director, Andrés Parra, habló de cómo fue el proceso de síntesis y la propuesta creativa que realizaron:

Nosotros recogimos la historia general, junto con las 13 cartas del futuro creadas por Carolina, y lo que planteamos fue un cómic, una historia visual de cinco capítulos sobre un grupo de personas que resisten y que van por un futuro en disputa, recopilando esas cartas para compartirlas con el pasado.

Con la trama, los personajes y el formato definido, llegaba entonces el momento de ponerle cara a estos sujetos y color a ese futuro en transformación. Angie Rodríguez, diseñadora gráfica e ilustradora de Interferencia, contó cómo fue llegar a materializar estos personajes y darles una personalidad visual:

Me inspiré muchísimo en gente que conozco, que siento que de alguna manera resonaba con los personajes de esta historia, y planteé una serie de bocetos para irles dando a cada uno sus características propias. Estos bocetos fueron cambiando con el tiempo, al darnos cuenta de que quizás alguno necesitaba un rasgo diferente a como lo imaginamos al principio.

Angie destacó la potencia de inspirarse en su entorno y su experiencia directa para la construcción de los personajes y escenarios (según contó, hasta el perro de la historia tiene su modelo en cierto can de su vida diaria), ya que de esta forma se refuerza la idea central de Interferencia: las alternativas, las comunidades y las personas dispuestas y comprometidas con cambiar el sistema, ya están entre nosotros y no son superhéroes, sino personas comunes y corrientes.

Respecto al reto de lograr señalar visualmente en qué temporalidad nos encontramos, tratándose de un relato que transcurre casi en un agujero de gusano del tiempo, Angie utilizó paletas de color específicas para cada momento de la historia, de forma que, al leer el cómic, pueden identificarse estos cambios sutiles pero claves en el desarrollo de la trama.

Continuando con los juegos de las dimensiones tiempo y espacio, es importante destacar que el evento de lanzamiento del cómic Interferencia terminó con una gran apertura: esto es sólo el inicio. La expectativa de todo el equipo de trabajo es que ‘Somos Tierra’, la transmedia de la que el cómic hace parte, permita continuar ampliando esta historia y convertirla en un metarrelato que entreteje las acciones reales de organizaciones y personas, sus testimonios, aprendizajes y logros, que agrupa y pone a dialogar nuevas señales que demuestran que la premisa del cómic continúa fortaleciéndose: podemos interferir el futuro y hackear el destino.

Por: Laura Berrío Flórez.

Fuente: CENSAT Agua Viva

Bolívar: criminalización por la protesta social y la defensa del territorio

 

ALERTA de Acción Ecológica/ Área de minería
Mayo, 2023

El proceso de defensa del territorio ante las actividades del proyecto minero Curipamba Sur ha sido constante y en diferentes niveles, etapas o momentos entre 2007 y 2023. Este proceso ha estado marcado por la criminalización y judicialización a dirigentes sociales; la polarización de los discursos y categorización antagónica a la población entre “mineros” y “no mineros”; los conflictos recurrentes en las comunidades ya sea por denuncias de daños ambientales, por estrategias aplicadas por la empresa o por el avance de las actividades de exploración en medio de la oposición de los dueños de las fincas; las amenazas y violencia entre las partes implicadas en el conflicto; las manifestaciones y movilización a favor y en contra de la minería; la inoperancia e indiferencia de las autoridades del gobierno local y nacional; entre otras.

Conoce mas en el siguiente PDF