COLECTIVOS VOCES ECOLOGICAS: JUSTICIA PARA SERGIO ROJAS ORTIZ

Sergio Rojas Ortíz, líder indígena Bribri del Clan Uniwak en Costa Rica fue asesinado la noche del 18 de marzo de 2019 en la Comunidad de Yeri, en el Cantón de Buenos Aires, Provincia de Puntarenas. Fueron 15 detonación que ultimaron a Sergio de 59 años. El pueblo indígena Bribri, por décadas vienen luchan por la recuperación de sus territorios ancestrales que fueron usurpados por finqueros. Sergio fue Presidente del Gobierno Local Bribri de Salitre y Co Coordinador del Frente Nacional de Pueblos Indígenas, FRENAPI. Juntos a organizaciones sociales han defendido el derecho al acceso a sus tierras ancestrales, que por legitimidad le corresponde. La cual están amparados en la Ley Indígena 6172 de 1977 (Art. 3 Y 5), y otros instrumentos como la Declaración sobre Derechos Humanos de los Pueblos Indígenas (ONU) del 2007 y el Convenio 169 de la OIT ratificado por Costa Rica en 1992, y en las Sentencias de los Tribunales Nacionales e Internacionales.

Es importante manifestar, que a quienes luchan por estos derechos, son perseguidos, criminalizados y reprimidos, tanto que en algunos territorios los no Indígenas controlan casi el 40% de las tierras, de manera ilegal en total impunidad. Hechos que evidencia los grandes intereses económicos y políticos de terratenientes para megaproyectos de monocultivos y ganadería. Sergio fue encarcelado un 6 de noviembre de 2014 en San Isidro de Pérez Zeledón por 6 meses, luego que el Poder Judicial ingresará al Territorio Bribri de Salitre para allanar las casas de los miembros del Gobierno Local y declararlos como delincuentes peligrosos. Pero toda su acción fue en defensa de los Derechos Humanos y la vida de los Bribri.

Las violaciones de los Derechos Humanos a los pueblos indígenas en Costa Rica, por doquier han sido denunciado ante las autoridades nacionales. Pero sus oficios han sido en vano, y que por el contrario han dado las facilidades para que los finqueros despojen a los indígenas con agresión y violencia. Es por eso, que la Corte Interamericana de Derechos Humanos (CIDH)  dicta la Medida Cautelar No. 321-12 sobre el Pueblo Indígena Teribe y Bribri de Salitre del 30 de abril del 2015 debido a la gravedad y urgencia, ya que sus vidas e integridad personal estarían amenazadas y en riesgo.

Los pueblos indígenas de Costa Rica exigen justicia por el hostigamiento que sufren, el respeto a la legitima tenencia de sus tierras ancestrales y condena por el vil asesinato del compañero Sergio Rojas Ortíz.

La comunidad nacional e internacional repudia este crimen político del estado. Por el abandono, el incumplimiento y falta de protección a los Derechos Humanos de los pueblos indígenas de Costa Rica.

“Sergio es de esos compañeros que nunca se rinden, que luchan por sus pueblos. Que con su mirada fresca y francas palabras, dan fuerza a la gente para seguir el largo camino hacia la justicia y felicidad…”

Gracias Sergio por la colaboración a nuestra organización y medio de comunicación. Gracias por la solidaridad con los pueblos en lucha en Panamá.

Desde Panamá extendemos nuestra rebeldía…

Colectivo Voces Ecológicas COVEC

Radio Temblor internacional

Anexos

Indígenas Bribri: víctimas del saqueo, agresión y muerte… 02/09/2015

CONFERENCIA DE PRENSA. FRENAPI. CR 09/06/2015

 

Una tierra llamada Salitre (Video)

Una tierra llamada Salitre Introducción En el marco del desarrollo humano en Latinoamérica, es preciso visualizar conocimientos sobre las luchas de los pueblos que tienden a fortalecer la construcción de acciones ante un modelo desigual … seguir leyendo

Costa Rica: en retroceso a los Derechos Humanos Indígenas

Se mantiene lucha indígena Bribri por recuperar sus tierras Para comprender la realidad que vive los indígenas en Latinoamérica, solo basta ver los indicadores de violaciones a sus derechos humanos a través de algunos medios … seguir leyendo

Fuente: Colectivos de Voces Ecologicas

 

 

Jubileu Sul Brasil: Atingidos por crimes socioambientais no Brasil levam denúncia sobre violações para Conselho de Direitos Humanos da ONU

Por Jucelene Rocha | Cáritas Brasileira

Em reunião no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, nesta terça-feira (19), a delegação brasileira formada por representantes de organizações como a Comissão dos Atingidos pela Barragem do Fundão, a Coordenação Nacional do Movimento de Pequenos Agricultores, e o Movimento pela Soberania Popular na Mineração, além de Izabel André Bento, residente de Brumadinho e Mônica dos Santos, moradora de Bento Rodrigues e atingida pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG).

“Nunca, nem no Brasil, havíamos conseguido reunir atingidos de Mariana e Brumadinho, este encontro inédito aconteceu hoje no Conselho de Direitos Humanos da ONU”, afirma o assessor jurídico da Cáritas Brasileira, Igor Ferrer.

Delegação Brasileira formada por representantes de organizações como a Comissão dos Atingidos pela Barragem do Fundão, a Coordenação Nacional do Movimento de Pequenos Agricultores, e o Movimento pela Soberania Popular na Mineração denunciam os crimes da Vale | Vídeos e Foto Cáritas Brasileira

“Estamos aqui em Genebra, acabamos de sair da reunião com o Conselho de Direitos Humanos da ONU, e neste momento estamos denunciando o crime de Brumadinho, o crime de Mariana e trazendo, inclusive, os impactos desses crimes na vida do povo no percurso da Bacia do São Francisco, com toda contaminação que pra nós está sendo distribuída”, relata Rafaela da Silva Alves, membro da coordenação nacional do Movimento de Pequenos Agricultores.

Rafaela destaca ainda que a delegação foi até Genebra para exigir a atenção devida para os atingidos em vista da reparação integral. “Lembramos bem que existe uma diversidade de impactos e desafios que agora são gerados nesses territórios onde aconteceram diretamente os crimes, mas também existem os impactos para todas essas vidas, esse povo que vive às margens do rio São Francisco. Sabemos que é uma população muito grande porque são mais de 550 municípios que dependem da água do nosso rio, então cobramos do governo e da ONU atitude, esforço redobrado para que criem, de fato, não só um plano emergencial para o enfrentamento dessa situação, mas um plano que ajude o povo a recuperar os seus territórios”, destaca.

Mônica dos Santos, moradora de Bento Rodrigues, Mariana (MG) e membro da Comissão dos Atingidos pela Barragem do Fundão também estava na delegação. “Hoje, três anos, quatro meses e 14 dias, despois do crime de Mariana, eu estou aqui em Genebra fazendo uma denúncia e pedindo ajuda para que as nossas comunidades sejam reconstruídas o quanto antes, e para que a gente tenha uma indenização justa e que os culpados paguem pelos crimes que cometeram para que não aconteça mais o que ocorreu em Mariana e em Brumadinho”, fala em vídeo gravado após a reunião no Conselho de Direitos Humanos da ONU, a atingida.

“O que nós viemos denunciar aqui é que não se tratam de casos isolados, não se tratam de incidentes, acidentes ou acaso, isso faz parte de um modelo de mineração que é destrutivo, que é predatório, que visa o lucro acima de tudo e que não possui nenhum projeto de país. Nesse modelo não se leva em consideração se vai acontecer de novo algo como aconteceu em Mariana ou em Brumadinho. Pra nós trata-se de quando isso vai acontecer de novo. Então, a gente está aqui para denunciar a postura criminosa e reincidente da Vale e também a postura negligente e subordinada do Estado brasileiro que em todo processo de licenciamento e de controle e fiscalização protege essas empresas e não protege a população que mais uma vez foi enormemente atingida pelo crime que aconteceu em Brumadinho, lembrando que ainda temos mais de 100 pessoas soterradas na lama de rejeitos da Vale”, adverte Maria Julia Gomes Andrade, membro do Movimento pela Soberania Popular na Mineração.

A reunião no Conselho de Direitos Humanos da ONU durou cerca de uma hora e contou com a presença do relator especial da ONU para Direitos Humanos em Saneamento e Ingestão de Água Potável Léo Heller, além do também relator especial da ONU para Implicações de Direitos Humanos em Situações Envolvendo, Baskut Tuncak. Apesar de estar no mesmo prédio onde aconteceu a reunião, a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo, não compareceu ao evento e limitou-se a enviar um secretário da embaixada, iniciativa que revela qual a postura do governo brasileira diante dos crimes socioambientais de Mariana e Brumadinho.

Delegação brasileira presente no encontro durante a 40ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Da esquerda para a direita: Maria Julia Gomes Andrade, Mônica dos Santos, Igor Ferrer, Izabel André Bento, Rafaela da Silva Alves.

Fuente: Jubileu Sul Brasil

Jubileu Sul Brasil: Comunidades quilombolas de Alcântara (MA) temem futuro com presença dos EUA na região

Famílias que sofrem há 40 anos desapropriação de terras veem com insegurança acordo sobre base de lançamento de foguetes

Por Mayara Paixão | Brasil de Fato

Ladeira do Jacaré, no centro da cidade de Alcântara, que concentra grande parte dos quilombolas do país - Créditos: Foto: Divulgação

Ladeira do Jacaré, no centro da cidade de Alcântara, que concentra grande parte dos quilombolas do país / Foto: Divulgação

“18-03-19 – COMUNIDADES QUILOMBOLAS – MAYARA PAIXAO”

Desde o ano de 1983, mais de 150 comunidades quilombolas do município de Alcântara, no litoral maranhense, têm suas vidas afetadas pela instalação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Sob o argumento de garantir a segurança das pessoas durante o lançamento de foguetes, 312 famílias foram remanejadas de seus territórios tradicionais.

Na época, sob o governo autoritário do general João Baptista Figueiredo, último presidente da Ditadura Militar brasileira — de 1964 a 1985 —, nenhuma indenização foi dada a essas comunidades.

Mãe de nove filhos, avó de 23 netos e bisavó de 12 crianças, Luzia Silva Diniz tem 64 anos. Como ela mesma se define, é “filha legítima da área que desapropriaram”. A agente de saúde é da comunidade quilombola de Marudá, uma das desapropriadas na década de 1980. Hoje, vive na área de assentamento da Força Aérea Brasileira (FAB), para onde as famílias foram mandadas. Dona Luzia é crítica ao processo.

“Quando chegaram aqui, eles prometeram que iam dar sustentabilidade para essas famílias, uma compensação, cesta básica e segurança para todos na nossa comunidade. Isso não aconteceu. Até hoje a gente vive na injustiça, porque nenhuma pessoa recebeu indenização do seu quintal, das suas terras, como o meu pai. Ele era dono de uma parte da terra, que nós hoje somos herdeiros, e nunca recebemos o dinheiro dessas terras”, relata.

Metade de sua vida foi destinada a cobrar o direito às terras tradicionais e a reparação pelos danos materiais e imateriais sofridos. Ao longo dos quase 40 anos de sua instalação, a base funciona sem licença ambiental.

Com emoção, Dona Luzia relembra a época. “Eu ia para lá e ficava de prontidão para exigir meus direitos. Queria alimentação para meus filhos. E isso é triste. Quando eu me lembro me dá vontade de chorar, eu fico emocionada só de me lembrar quantas vezes eu caminhei para exigir os direitos dos meus filhos.”

Governo Bolsonaro

Após quase duas décadas de negociações, o governo de Jair Bolsonaro (PSL) firmou um novo Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) nesta segunda-feira (18) que concede o uso comercial da base para os Estados Unidos.

Para as comunidades quilombolas, a cessão ao país comandado por Donald Trump gera um cenário de incertezas. “Para nós, hoje, saber que esse governo está entregando toda a nossa riqueza a nível nacional, de soberania, para os estrangeiros, é um desastre”, afirma Diniz.

“Acho que se eles [Estados Unidos] invadirem aqui Alcântara, e tomarem posse, nós vamos viver uma situação, talvez pior, do que a que a gente já viveu”, opina.

Para o quilombola e bacharel em direito Danilo Serejo, a cessão para os EUA, na prática, retira o investimento nacional na política espacial brasileira e é sinal de um projeto frustrado. “O acordo Brasil-EUA para uso comercial da Base de Alcântara na verdade é um atestado de fracasso dos militares.”

História que se repete

Danilo é da comunidade de Canelatiua, que não foi desapropriada no conjunto de 1983. A área, no entanto, agora corre esse risco pelo projeto de expansão da base.

Em 2010, o governo federal, a Aeronáutica e o Ministério da Defesa requereram mais 12 mil hectares da área litoral de Alcântara para a base e a instalação de três plataformas de lançamento. Isso deslocaria cerca de 30 comunidades quilombolas, um total de 770 famílias, de sua região tradicional.

A parceria entre Brasil e Estados Unidos, segundo nos conta, pode sinalizar a deixa para essa expansão. Além disso, Bolsonaro já declarou a intenção de expandi-la.

O quilombola critica os moldes pelos quais foi forjado o acordo com os Estados Unidos, sem diálogo com a população e nem com a comunidade científica brasileira. “O que caracteriza toda essa negociação realizada no governo Bolsonaro é o obscurantismo. Tudo tem sido feito sem a menor participação e transparência.”

Segundo denuncia Luzia Diniz, a possível desapropriação de mais famílias aprofundaria o problema do sustento e abastecimento dessas comunidades, que teve início nos anos 1980. Ela explica que a principal fonte das comunidades é o peixe. Antes, as próprias famílias pescavam, mas hoje precisam comprar de outras comunidades.

“Se a Aeronáutica entregar para a base, eles vão tirar essas comunidades todas e nós vamos sofrer as consequências também. Vamos ficar sem esse abastecimento. Se estamos comprando peixe a 15, 20 reais, vamos passar a comprar mais caro o quilo”, explica a quilombola. “Nós não somos contra o desenvolvimento e o progresso, mas que ele venha de forma que todo mundo fique feliz, e não para morrer de tristeza. Estamos lutando desde que eles chegaram aqui”, completa.

A aversão de Bolsonaro às comunidades quilombolas e suas pautas de luta ficou evidente no período pré-eleitoral. Em palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em 2017, declarou: “Se eu chegar na Presidência (…) não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola”. Por outros ditos na mesma palestra, Bolsonaro foi denunciado por racismo e discriminação pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A denúncia foi rejeitada posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Para Danilo Serejo, as exposições do presidente não condizem com o esperado de um chefe de Estado. “Quando ele faz esse acordo com os Estados Unidos, alijando totalmente as comunidades quilombolas e a sociedade brasileira, inclusive a comunidade científica, de qualquer discussão, ele faz a opção pelos valores antidemocráticos”, diz.

O processo de titulação da área quilombola de Alcântara está parado há mais de dez anos. Em 2008, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) publicou o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação, declarando que a área de 78 mil hectares seria ocupada por descendentes de escravos. O ato, no entanto, ainda não foi chancelado pelo governo brasileiro.

Próximos passos

O tratado com os EUA, cujo teor ainda não foi divulgado, agora deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional para avançar. Em 2000, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apresentou uma proposta parecida que foi vetada pelo Legislativo – com Bolsonaro votando contra. Além do AST, foi também assinado um tratado de parceria entre a Nasa e a Agência Espacial Brasileira (AEB) para cooperação em pesquisas de observação climática.

O acordo, que pode demorar até quatros anos para se efetivar, tem a perspectiva de render apenas 10 milhões de dólares para o Brasil. Segundo Bolsonaro, sem o acordo, o Brasil “estaria perdendo dinheiro”.

Edição: Mauro Ramos

Fuente: Jubileu Sul Brasil

La CSA saluda a la Red Jubileo Sur Américas por su vigésimo aniversario

En el marco da celebración, llamamos a la V Asamblea Regional Jubileo Sur, que tendrá lugar en Guatemala del 1 al 4 de abril

JS

La Confederación Sindical de Trabajadoras/es de la Américas (CSA), saluda afectuosamente a las/os compañeras/es de Jubileo Sur Américas por sus veinte años de resistencia.

Compartimos con ustedes la “inspiración de que en las numerosas formas de resistencia por las cuales la mayoría de la población mundial intenta conseguir y defender sus derechos humanos fundamentales y colectivos para tener una vida digna en armonía con la Naturaleza”.

Los desafíos del contexto latinoamericano actual nos unen en la Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo. Seguiremos la lucha contra el libre comercio y las trasnacionales; la profundización de los procesos democráticos; la defensa de las soberanías y la integración desde los pueblos.

Saludamos la realización de su V Asamblea a celebrarse en Guatemala del 1 al 4 de abril. Este será un espacio en donde se compartirá la experiencia de articulación como herramienta de lucha y transformación social para fortalecer la acción coordinada de los movimientos en este contexto complejo.

#20AñosRedJubileoSurAméricas
#PueblosEnResistenciaJSA
#AsambleaRegionalJSA

Haga clic aquí para leer el archivo oficial de la nota

 

Fuente: CSA

Jornada Continental: Convocatoria al Encuentro Antimperialista por la Democracia y contra el Neoliberalismo

Queridos compañeros y compañeras de lucha:

En noviembre de 2015, las organizaciones sociales cubanas, junto a redes y articulaciones regionales con la presencia de movimientos populares de todo el continente, celebramos en La Habana el Encuentro Hemisférico Derrota del ALCA, diez años despuésCon este esfuerzo reconstruimos como espacio de diálogo permanente la Jornada continental por la democracia y contra el neoliberalismo, desde la que hemos compartido agendas de lucha con ejes en la defensa de la democracia, la soberanía y la integración de los pueblos, contra el libre comercio y las trasnacionales en la región.

Dando nuevos pasos en ese camino y conscientes de la necesidad de fortalecer una agenda unitaria y de articulación de las fuerzas de izquierda en el continente, la Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo y el Capítulo Cubano de Movimientos Sociales, CONVOCAMOS al “Encuentro Antimperialista por la Democracia y contra el Neoliberalismo”, a desarrollarse en La Habana, Cuba, del 1 al 3 de noviembre de 2019.

En estos años de construcción permanente hemos convocado a movilizaciones en nuestros países, creamos documentos base de carácter político pedagógico para la militancia, desarrollamos el Encuentro Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo en Montevideo en 2017, donde fortalecimos nuestra experiencia de convergencia de comunicación popular, tuvimos amplios y profundos debates y llegamos a un documento final con fuertes consensos antimperialistas, antipatriarcales y anticolonialistas para enfrentar la etapa que estamos viviendo en la región.

Hoy en nuestro continente se profundizan las políticas neoliberales de sumisión a una ofensiva de carácter imperialista y oligárquico, el capitalismo destruye nuestros pueblos y territorios mediante las más perversas expresiones del capital trasnacional, se fortalecen discursos y prácticas fundamentalistas y conservadoras contra la dignidad humana, se criminalizan las luchas y a líderes sociales y políticos, se destruye la posibilidad de vivir en armonía con la naturaleza. En ese contexto, necesitamos fortalecer nuestras alternativas con todos y todas quienes abrazamos los acumulados que hemos construido para seguir disputando nuestro horizonte de independencia y justicia social. Para eso nos convocamos a La Habana.

Invitamos a los movimientos populares, a las redes y plataformas del continente, a todas las fuerzas políticas de izquierda a hacer suya esta CONVOCATORIA, suscribiendo la misma y comprometiendo sus esfuerzos en favor de la movilización para encontrarnos nuevamente en Cuba, en un espacio inclusivo, abierto, diverso, de confianza, diálogo y compromiso político. Tendremos debates encaminados al fortalecimiento de la articulación y la unidad en la acción frente a todos esos desafíos en la apuesta emancipatoria y antisistémica de los movimientos sociales y populares.

Hagamos de este encuentro, con la participación de todos y todas, un tiempo que sea testimonio de nuestras voluntades de lucha y victoria, que impulse el enraizamiento del proceso iniciado desde la Jornada Continental al interior de nuestros países en las bases de nuestras organizaciones, y permita visibilizar y articular las más diversas expresiones de luchas y resistencias existentes.

Para suscribir la Convocatoria, puede escribir a: enc.jornada2019@gmail.com y a _________@_________ (un correo de la Jornada, a definir por ellos)

Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo

 

Fuente: seguimosenlucha

Dialogo 2000: Defendamos al Agua

Desde la Multi y en el marco de la Cátedra Cultura de Paz y Derechos Humanos, estaremos el viernes en la Facu, compartiendo información, testimonios y espacio de reflexiones. ¡Te esperamos!

Viernes 22 de marzo
Día Mundial del Agua.
Actividad en la Facultad de Ciencias Sociales UBA:
17 a 18 hs. entrada de la Facultad
18 a 19 hs. Aula SJ 100
Santiago del Estero 1029, CABA

En el marco del Día Mundial del Agua, y la Semana de la Memoria por la Verdad y la Justicia, desde la Cátedra Cultura para la Paz y los Derechos Humanos y la Multisectorial Antiextractivista, invitamos a compartir información y análisis desde las diversas formas de resistencia y lucha que se están dando, en nuestro país y región, desde tiempo de las dictaduras a esta parte, por resolver los conflictos que impactan en el Derecho al Agua y el Saneamiento y lograr así su plena vigencia.

Contaremos con las intervenciones de Adolfo Pérez Esquivel, Premio Nobel de la Paz y titular de la Cátedra; Mary López, de la Asamblea por el Agua de Caleta Olivia (Pcia. de Santa Cruz); Silvina Reguera y Sergio Martínez de la Asamblea el Algarrobo (Pcia. de Catamarca); y María Eva Koutsovitis, coordinadora de la Cátedra de Ingeniería Comunitaria (Cdad. de Buenos Aires), entre otres. También estará la música de Laura Gallo,  material gráfico y fílmico y registros de la I Cumbre Latinoamericana del Agua para los Pueblos  (Catamarca, septiembre 2018) e información sobre la II Cumbre, a realizarse del 17 al 19 de abril en Jachal (Pcia. de San Juan).

Acerca del derecho al Agua:

Agua es Vida. Es esencial para la vida de todos los seres vivos, los Pueblos incluidos. El acceso al Agua limpia y el Saneamiento es un Derecho Humano reconocido en diversos instrumentos regionales e internacionales y se entiende protegido por la Constitución y leyes nacionales argentinas.

No obstante, la plena vigencia de este Derecho Humano, que es también un Derecho de los Pueblos y de la Naturaleza, está obstaculizada de mil maneras: el avance de un modelo llamado de “desarrollo” o “progreso” que no admite límites a la voracidad capitalista y que prioriza el saqueo y la contaminación por sobre el cuidado de la tierra y sus habitantes; la ausencia de normativas adecuadas y de cumplimiento de las leyes protectoras que sí existen; la impunidad de quienes violentan este Derecho; la falta de aplicación de la normativa en Derechos Humanos al debate y aprobación de los Presupuestos estatales; la criminalización de quienes defienden el Agua, entre otras. No para nada suele decirse que las guerras del futuro, de un futuro que ya es hoy, serán por el control de este elemento vital.

Organizan e invitan:

Cátedra Cultura para la Paz y Derechos Humanos  – Multisectorial Antiextractivista

//www.facebook.com/events/347021932823391/

 

Fuente: Dialogo 2000