Hace clic para descargar la nota en pdf
Jornada de solidaridad con Haití y PalestinaMês: agosto 2024
G20: Comitê Paulista da Cúpula dos Povos realiza plenária estadual
Reunião deu continuidade à mobilização, em SP, rumo à Cúpula dos Povos Frente ao G20, que ocorre em novembro no Rio de Janeiro
Por Flaviana Serafim – Rede Jubileu Sul Brasil
O Comitê Paulista da Cúpula dos Povos Frente ao G20 realizou plenária estadual no último dia 24 (sábado), com representantes de organizações da sociedade civil, do movimento feminista, estudantil, sindical e outros movimentos populares, no Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social no Estado de São Paulo (Sinsprev), no centro da cidade.
A plenária dá continuidade à organização para que as entidades e movimentos do estado paulista se mobilizem e participem da Cúpula dos Povos Frente ao G20, uma atividade autônoma e independente, em paralelo à programação oficial da Cúpula do G20 que vai reunir chefes de Estado e de governo das maiores economias do mundo (G20), de 18 a 19 de novembro próximo, no Rio de Janeiro. A Cúpula Frente ao G20 reúne cerca de 100 entidades e movimentos sociais do Brasil e do exterior, e será lançada oficialmente neste 14 de setembro, a partir das 15h, na Via Ápia da Rocinha.
A exemplo da Cúpula dos Povos da Rio+20, em 2012, o coletivo de entidades que convocam a mobilização neste 2024 visa disputar a agenda e promover um debate crítico à Cúpula do G20, construir alternativas frente aos desafios da conjuntura e denunciar as falsas soluções que os países membros do Grupo dos 20 propõem às múltiplas crises da atualidade. A Cúpula Frente ao G20 começa no próximo 16 de novembro e termina no dia 18, com ato público na capital fluminense.
G20, crises do capitalismo e falsas soluções
A socióloga Rosilene Wansetto, secretária executiva da Rede Jubileu Sul Brasil, abriu a plenária falando sobre as origens, as políticas e as formas de atuação do grupo. Ela recordou que as origens do G20 remontam à crise asiática dos anos 1990, numa tentativa de promover estabilidade econômica, e que na crise financeira de 2008 ganhou relevância maior ao atuar em conjunto com o Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional, buscando “dar uma resposta a uma crise que o próprio capitalismo cria. E aqui um destaque – o Banco Mundial e FMI há 80 anos praticam políticas neoliberais em nossos países”.
Wansetto disse que as decisões e políticas defendidas pelo G20 são relevantes à população porque não se aplicam exclusivamente aos países membros do grupo, “mas a todos os países do mundo, como as políticas de austeridade fiscal, e agora o financiamento para o clima, incorporado pela crise com as mudanças climáticas”. Ainda segundo a socióloga, apesar dos impactos que as decisões do G20 têm no cotidiano, o grupo é “semiformal” e se utiliza da formalidade que têm o Banco Mundial e o FMI para implementar suas políticas.
“Não tem estatuto, normas, regras, mas tem essa legitimidade formal de definir políticas? Ressalto que tanto FMI quanto o Banco Mundial e o G20 vivem das crises praticadas e criadas por esses países e por essas instituições financeiras internacionais. Fazem parte do modelo capitalista neoliberal com suas políticas austericidas, reforçando a ideia e a prática do Estado mínimo para os direitos e máximo para o capital, aprofundando o endividamento dos países”, critica.
Sobre a atuação dos movimentos sociais e organizações frente ao G20, a secretária executiva enfatizou a necessidade de se “denunciar as falsas soluções que os países do grupo propõem, a exemplo do mercado de carbono e os ‘títulos verdes’ que exploram e financeirizam a natureza para gerar lucro em vez de reduzir a crise climática”, conclui.
Militante da Marcha Mundial de Mulheres, Maria Fernanda Marcelino deu continuidade à plenária falando sobre o conjunto da agenda de mobilização, e explicando a diferença entre a Cúpula dos Povos Frente ao G20 e o G20 Social – este foi criado pela presidência brasileira no G20, na tentativa de ampliar a participação de atores não-governamentais no Grupo dos 20, e integra a programação oficial da cúpula de lideranças globais. “São falsas soluções porque esses países que apresentam propostas são os mesmos responsáveis pela pobreza e as desigualdades no mundo”, afirma.
Regina Jerônimo, do Movimento de Trabalhadores e Trabalhadoras por Direitos (MTD), informou sobre os grupos de trabalho engajados na organização e, ao final, a plenária encaminhou como próximos passos ações de formação sobre o G20 nas bases e a produção de um material de divulgação unitário. A próxima reunião está prevista para outubro.
Para entender o G20
A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) está engajada na mobilização para a Cúpula dos Povos Frente ao G20 e produziu, em conjunto com outras organizações e o Brics Policy Center (PUC-RJ) o Caderno para entender o G20. A publicação tem o objetivo de familiarizar os participantes, de uma forma geral, sobre os significados das diversas nomenclaturas do G20 (como Trilhas, Sherpas, DWG, ACWG, Think Tanks, Grupos de Engajamento e de Trabalho), com conteúdo apresentado de forma clara e acessível.
O caderno traz o histórico, os termos e desafios do G20, e as diferentes visões sobre os limites e possibilidades da presidência brasileira no grupo dos 20. Baixe clicando aqui.
Também foram produzidos três boletins informativos sobre o que é e o que está em jogo no G20, destacando como as políticas do grupo impactam na vida cotidiana. Confira.
Boletim 1 – G20: onde os ricos garantem seus privilégios
Boletim 2 – G20 no Rio de Janeiro: “Construindo um mundo justo e um planeta sustentável” para quem?
boletim-G20_informativo 3 – site
boletim-G20_informativo-3-site
Fuente: Jubileu Sul Brasil
¿Por qué está en peligro la justicia para Berta Cáceres?
Hace más de ocho años, la familia de Berta Cáceres, junto al COPINH iniciaron una incansable lucha por obtener justicia para nuestra hermana y compañera Berta. Esta lucha, que resonó en todo el mundo, ha dejado claro que su asesinato no fue un hecho aislado.
La evidencia recopilada a lo largo de estos años muestra que Berta fue víctima de un plan frío y calculado, diseñado y ejecutado por una estructura criminal.
Esta estructura involucró a poderosos actores: la familia Atala Zablah, Sergio Rodríguez, miembros del ejército y de la policía. Todos ellos, junto a David Castillo, coordinaron el asesinato de Berta, usando sicarios para silenciar su voz.
Descubre por qué la justicia está en peligro.
Material descargable: ¿Por qué está en peligro la justicia para Berta Cáceres?
Fuente: COPINH
Nuevo juicio por asesinato de Jerhy Rivera
Organizaciones nacionales e internacionales exigen verdad y justicia
Este 20 de agosto, en los Tribunales de Justicia de San Isidro, Pérez Zeledón, se dio inicio al segundo juicio por el asesinato del dirigente indígena Bröran, Jerhy Rivera Rivera.
El nuevo proceso se origina a raíz de la decisión tomada el año pasado por el Tribunal de Apelación de Sentencia Penal de Cartago, de dejar en libertad al reo confeso Juan Eduardo Varela Rojas, después de revelar supuestos “vicios en la valoración de la prueba”.
Jerhy Rivera fue asesinado de cinco disparos el 24 de febrero de 2020, después de haber sido repetidamente amenazado de muerte, sin que las autoridades nacionales hicieran algo para proteger su vida.
El hecho de que el Estado de Costa Rica no le haya puesto interés en el reordenamiento y saneamiento territorial, expone aún más a los pueblos originarios a ataques, muchas veces mortales, de parte de los terratenientes.
El asesinato de Rivera, como también el del dirigente indígena Bribri, Sergio Rojas, ocurrido un año antes, se dieron en el marco del recrudecimiento de la violencia contra los pueblos Nasö-Brörán y Bribri, empeñados en la recuperación de los territorios ancestrales de Térraba y Salitre.
Ambos gozaban de medidas cautelares establecidas por la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH).
En el caso de Rivera, la resolución judicial de julio de 2023 echó para atrás la sentencia del Tribunal Penal de Pérez Zeledón, con la que se condenaba Varela Rojas a 22 años y 15 días de prisión por los delitos de homicidio calificado, portación ilegal de armas y amenazas agravadas en perjuicio de una testigo.
Vale la pena recordar que el mismo Varela Rojas, durante una actividad, había confesado ser el autor de los disparos que acabaron con la vida del dirigente indígena.
Verdad, justicia y castigo
Al iniciar el nuevo juicio, la Red de Mujeres Rurales, la Federación Costarricense de Conservación de la Naturaleza (Fecon) y el Frente Nacional de Lucha se hicieron presentes frente a los tribunales de San Isidro, exigiendo justicia para el dirigente indígena y castigo para el responsable.
Fany Reyes, lideresa de la Red de Mujeres Rurales, enfatizó la urgencia de acabar con la impunidad.
“Estamos acá solidarizándonos con los pueblos originarios, reclamando justicia para el compañero Jerhy Rivera, recuperador del territorio de Térraba. Estamos acá también por el compañero Sergio Rojas ¡No más impunidad!”, arengó Reyes.
De acuerdo con las estadísticas de la organización ecologista Bloque Verde, durante las últimas tres décadas en Costa Rica se han registrado decenas de atentados contra personas defensoras de la tierra y los bienes comunes, con un saldo de al menos 13 personas asesinadas.
Fuente: Rel UITA
Por Giorgio Trucchi | Rel UITA
Foto: FECON
Fuente: Radio Temblor
La soberanía alimentaria debe procurar la justicia, autonomía y respeto a campesinos e indígenas
La soberanía alimentaria no sólo tiene que ver con la producción de alimentos, sino con la justicia, la autonomía y el respeto a quienes lo hacen posible como son los productores campesinos e indígenas, señaló Rocío Lobato Jiménez, integrante de la colectiva Mujeres de la Tierra, Mujeres de la Periferia, durante el Tercer Foro para Repensar la Economía Social y Solidaria, realizado en la Rectoría General de la Universidad Autónoma Metropolitana (UAM).
Al participar en el panel Experiencias de inclusión de sectores económicos desfavorecidos en proyectos de economía social y solidaria, llamó en ese sentido a evitar prácticas “que nos terminan obstaculizando, como a veces ocurre con los llamados mercados alternativos que en ocasiones reproducen los mismos esquemas de la economía capitalista”.
Agregó que desde la organización a la que pertenece, una de las preguntas que se plantean es “cómo le vamos a hacer para que la labor de las mujeres y los hombres campesinos se dignifique y acabar, por ejemplo, con el regateo, con el cuestionamiento al precio de ese trabajo para terminar con los intermediarios que, aunque se vistan de mercados alternativos, al final terminan replicando los roles y las prácticas del comercio injusto”.
Muchas veces ofrecen lugares para vender y prometen ayudar con el espacio y el transporte, y nosotras, como campesinas, lo agradecemos, dijo, pero estas personas conciben el mercado como un proyecto y terminan consiguiendo financiamientos “que no son de mil o dos mil pesos, sino que a veces hablamos de dólares y de euros, con lo que se va generando una cadena en la que se lucra con nuestra necesidad”.
Rafael Tavares Vélez, representante del colectivo socioambiental Cuautlán, quien habló de las experiencias y los obstáculos que han enfrentado para poner en marcha dos proyectos: los huertos urbanos Tlalli Nantlil y Malinalli, en los Reyes La Paz, Estado de México, donde han logrado producir, más que para vender, para el autoconsumo de los vecinos.
Por su parte, la ingeniera agrónoma Verónica Alcántara Zapata, compartió su experiencia en el desarrollo de la granja Cocotla, en Tlaxcala, un proyecto agroecológico dedicado principalmente a la reproducción de guajolote cuya carne sea de calidad.
Dentro de las actividades de este Foro se llevó a cabo un concurso de carteles alusivos al tema del evento. Los trabajos ganadores, entre los 25 que participaron, fueron ¿Por qué una educación cooperativa? de la egresada de la Licenciatura en Economía de la Unidad Iztapalapa, María Yochabel López Basurto, quien obtuvo el primer lugar, y ¿Colonizando nuestra alimentación?, de Luz Clara Flores Pulido, alumna de la Licenciatura en Gestión Social de la Unidad Xochimilco.
María Yochabel López explicó que su cartel responde a la necesidad de impulsar una educación cooperativa que promueve la solidaridad frente a la convencional que impone la competencia en lugar de principios y valores. En ese sentido, la educación cooperativa es la mejor herramienta para enfrentar la crisis del modelo económico dominante, con iniciativas como la economía social y solidaria.
Por su parte, Flores Pulido dijo que desde que inició su licenciatura le ha interesado el asunto alimentario de México y “es un tema al que debemos seguir dando visibilidad. En consecuencia, el cartel denuncia que desde la conquista nuestra alimentación se basaba en maíz, chile, calabaza, pero con el surgimiento del capitalismo ésta se fue transformando y hoy consumimos infinidad de productos procesados que dañan nuestra salud”.
La propuesta del cartel es consumir directamente de los productores mexicanos para rescatar los alimentos y las dietas que éstos nos brindan.
Foto: CIMMYT
Publicado originalmente en la UAM
Fuente: Desinformemonos
Línea del tiempo del asesinato contra Berta Cáceres
La evidencia de la extracción de teléfonos es la prueba clave que condena a la responsabilidad de Roberto David Castillo y Sergio Rodríguez por su participación en los ataques sistemáticos contra Berta y la tentativa de asesinato que se realizó entre el 5 y 6 de febrero del año 2016, así como las acciones anteriores y posteriores al asesinato de Berta
Es hora de que la Corte Suprema de Justicia, presidida por la magistrada Rebeca Ráquel, y la Sala de lo Penal, compuesta por los magistrados Walter Raúl Miranda Sabio, Mario Rolando Díaz y Nelson Danilo Mairena Franco, confirmen estas sentencias y pongan fin a la impunidad.
Descarga AQUI las pruebas que incriminan a David Castillo y únete a la lucha por la verdad y la justicia para Berta Cáceres.










