JUBILEO SUR/AMÉRICAS EJECUTA ACCIÓN SOBRE LOS OBJETIVOS DE DESARROLLO SOSTENIBLE

Por Comunicación Jubileo Sur/Américas                                                                                                                                                                          10 marzo 2020

A mediados del 2019 la Red Jubileu Sul Brasil, representando a Jubileo Sur/Américas fue invitada a presentar una propuesta de acción en el marco de la llamada: “Apoyo a las organizaciones de la sociedad civil para su contribución en las consecuencias de los objetivos de desarrollo Sostenible (ODS)”, misma que cuenta con recursos de la Unión Europea, dicha propuesta fue presentada y aprobada, esto dió origen a la acción denominada “PROTAGONISMO DE LA SOCIEDAD CIVIL EN LAS POLÍTICAS MACROECONOMICAS”.

La acción tendrá una duración de 36 meses, a partir el 1 de enero 2020, se ejecutará en diez países: Brasil, Ecuador, Perú, Haití, Puerto Rico, México, Guatemala, El Salvador, Honduras y Nicaragua; la misma tiene una relación entre los objetivos de Jubileo Sur/Américas y las tres prioridades de la convocatoria:  La supervisión de la gestión del gasto público; la gestión de la deuda; la presupuestación con perspectiva de género.

Los objetivos generales de esta acción están enfocados en:

  1. Contribuir a la creación de condiciones efectivas para lograr la reducción de la pobreza.
  2. Contribuir a la movilización social en torno a la responsabilidad pública, transparencia fiscal e inversión pública sostenible.

Y de forma específica se ha propuesto:

  1. Fortalecer la incidencia de la sociedad civil en las políticas macroeconómicas en diez países Latinoamericanos y caribeños.

Con lo anterior se busca propiciar su participación de estas organizaciones en la formulación de políticas y en el monitoreo crítico, sobre los principios de la Red, acerca del proceso de implementación de 10, de los 17 de los ODS establecidos:

  • Fin de la pobreza
  • Hambre cero
  • Salud y bienestar
  • Educación de calidad
  • Igualdad de género
  • Agua limpia y saneamiento
  • Reducción de las desigualdades
  • Ciudades y comunidades sostenibles
  • Acción por el clima
  • Paz, justicia e instituciones sólidas

Como consolicitantes en dicha acción se encuentra “La Asociación Educación para el Desarrollo” (Intipachamama – Nicaragua) y “El Instituto Políticas Alternativas para Cone Sul “(PACS – Brasil).

GAGGA Lanza Campaña «Las Mujeres Somos Agua» 2020

El 13 de marzo la Global Alliance for Green and Gender Action (GAGGA) lanzará la campaña regional “Las Mujeres Somos Agua” para reconocer el rol protagónico que tienen las mujeres latinoamericanas en la lucha y defensa del bien común: el agua.

Del 13 al 27 de marzo, la campaña compartira casos representativos de los diversos países en los que las mujeres se han convertido en protagonistas en la lucha por la defensa, conservación y gestión del agua.

Súmate, comparte y ayúdanos a visibilizar lo que sucede en Latinoamérica con las defensoras ambientales.

#GAGGA | #LasMujeresSomosAgua | #NoDejarNadieAtrás | #DefensorasAmbientales | #AGENDA2030

La Red Jubileo Sur Brasil realizará la reunión de la Coordinación Nacional en São Paulo

 

 

 

 

Del 13 al 15 de marzo la Red Jubileo Sur Brasil realizará este año su primera reunión de la Coordinación Nacional en São Paulo.

La reunión contará con la participación de representantes de las organizaciones miembros de la Red y tiene por objetivo iniciar un proceso de evaluación y revisión de la planificación estratégica, con el fin de estructurar este plan para los próximos cuatro años. Además, se ha previsto la elaboración de un plan de trabajo anual y un debate sobre la forma de actuar conjuntamente con Red Jubileo Sur /Américas y de colaborar en su fortalecimiento.

Según Rosilene Wansetto, secretaria general de Jubileo Sur Brasil, este será un momento importante para contribuir al avance de los trabajos y las luchas desarrolladas conjuntamente por las entidades miembros de la Red y también permitirá unir fuerzas en los procesos desencadenados por las diversas organizaciones.

En vista de la crisis actual que atraviesa el país, pero que en realidad no es posible medir el alcance de esta, la reunión también puede contribuir a que el plan de acción de la Red esté cada vez más alineado a la comprensión y reflexión sobre las estrategias para hacer frente a los efectos del endeudamiento público -tema central de la Red- y la forma en que repercuten en la vida de la población, especialmente de los trabajadores, mediante la retirada de derechos.

Esta crisis es económica, pero sobre todo democrática. Se espera que la reunión pueda fortalecer el trabajo articulado de la Red, ampliando las luchas, la defensa de los derechos, especialmente de las poblaciones más afectadas por el abandono del actual gobierno.

Brasil de Fato: Contra Bolsonaro, por Marielle e pela vida, 8M reúne milhares de mulheres pelo Brasil

Manifestações ocorrem em diversas cidades do país, ao longo de todo o domingo (08)

Redação

Brasil de Fato | São Paulo (SP) |
 

Ouça o áudio: Download

 

Manifestantes mantiveram ato de 8 de Março na Avenida Paulista, mesmo após forte chuva na capital. – Elineudo Meira

Milhares de mulheres, espalhadas por todo o Brasil, saíram às ruas durante todo o domingo (08) por igualdade de direitos e contra a violência. Os atos aconteceram em diversas cidades do país desde o início da manhã. Os principais temas foram o fim da violência contra a mulher, fora Bolsonaro e direitos iguais. O assassinato da vereadora Marielle Franco, que completa dois anos no dia 14 de março, também foi relembrado em diversas manifestações. 

Em São Paulo (SP), mesmo debaixo de chuva, 50 mil pessoas, de acordo com a organização, se reuniram na avenida Paulista e seguiram em marcha pela região central da cidade, para afirmar o movimento feminista como importante base de oposição ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

Sob o mote “Mulheres contra Bolsonaro, por nossas vidas, democracia e direitos! Justiça para Marielles, Claudias e Dandaras”, a manifestação foi convocada por mais de 40 coletivos, movimentos sociais, partidos e sindicatos e juntou mulheres de todas as idades e diferentes histórias na mesma luta pelo direito à vida.

Algumas das bandeiras que as manifestantes levantavam diziam respeito ao combate à violência, à legalização do aborto e ao direito aos seus corpos. As mulheres que participaram do ato também criticaram a violência machista contida nas falas do presidente Bolsonaro.

Manifestantes apontam violência machista nas falas de Bolsonaro / Elineudo Meira

“Não é possível que, em pleno século XXI, a gente volte a ter governos autoritários na América Latina. Então, as mulheres estão dando uma aula de luta pela democracia, por aquelas que vieram antes e pelas que virão”, disse Simone nascimento, jornalista e integrante do Movimento Negro Unificado.

A atividade começou com um piquenique agroecológico e apresentações culturais pelo lançamento da 5ª Ação Internacional da Marcha Mundial de Mulheres (MMM), no fim da manhã. Em seguida, a quantidade de pessoas começou a aumentar na concentração no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) para o ato unificado.

O protesto teve como seu principal alvo o governo de Jair Bolsonaro, com críticas à retirada de direitos, exemplificada pelo desmonte das legislações trabalhista e previdenciária, e ao autoritarismo. “Esse ano a gente resolveu expressar que esse governo é quem dirige toda a agenda neoliberal, antidemocrática e conservadora, além de trazer temas caros para a luta das mulheres, como o combate à violência e a legalização do aborto”, disse Nalu Faria, da coordenação nacional da MMM.

Agenda conservadora do governo é alvo de protestos em São Paulo / Gui Frodu

Com participação das mulheres do MST, ato combate o desmonte em Brasília

Em Brasília, cerca de 5 mil mulheres estiveram na marcha do 8 de março, levando para as ruas palavras de ordem contra a violência de gênero e o machismo do governo Bolsonaro e em defesa da descriminalização do aborto. Com o mote “Pela vida das mulheres, em defesa da democracia, contra o racismo e por direitos”, o ato percorreu as ruas da capital, fazendo parada em frente ao Palácio do Buriti, e depois seguiu em direção à Praça da Torre.

:: Acompanhe a cobertura minuto a minuto do 8M em todo o Brasil ::

Acompanhada da filha, a estudante de doutorado Fernanda de Oliveira disse que sempre participa de manifestações de rua quando a pauta é o direito das mulheres. Para ela, nesse contexto político, a mobilização é mais importante do que nunca.  

“Todos os avanços de políticas públicas que tiveram nas últimas décadas estão sendo desmontados. Então, não podemos ficar dentro de casa, é importante demonstrar nossa insatisfação. Enquanto a gente se mantiver calada, vai ter impunidade e vai estar perdendo direito. Então, quanto mais sairmos na rua, melhor”, disse.

Em Salvador (BA), centenas de mulheres ocuparam as ruas da capital baiana em luta por direitos e em defesa da democracia. / Gabrielle Sodré

O ato contou com a participação de mais de 3,5 mil mulheres sem-terra, que estão participando do I Encontro de Mulheres Sem Terra na capital federal, com pautas sobre a reforma agrária popular e a violência de gênero no campo. Para Kelly Mafort, da direção nacional do MST, a participação da marcha em Brasília é uma oportunidade de integrar as pautas das mulheres do campo e da cidade. 

“Essa marcha de hoje ocorre justamente em um período de morte para as mulheres. No campo, as mulheres sofrem os impactos dessa política, que é machista, misógina, que violenta e assassina as mulheres. E são principalmente as mulheres que sofrem na ponta essas contradições das reintegrações de posse e dos despejos e dessa força do latifúndio. Nós estamos aqui denunciando isso”, afirmou a militante.

O ato em Brasília foi finalizado por volta das 14h com falas políticas de representantes de partidos e movimentos sociais no gramado da Praça da Torre.

Ato em Belém tem protesto contra ataques às mulheres indígenas

A concentração também começou por volta das 9h em Belém (PA). Mais de 4 mil mulheres se reuniram na Praça Waldemar Henrique, para participar do ato político-cultural organizado pela Frente Feminista do Pará. Para Mãe de Nangetu, liderança afro religiosa, a manifestação foi necessária para pontuar que as mulheres estão contra os desmontes do governo.

“Nós não concordamos com este governo que está nos massacrando. Nós não concordamos com os maus tratos, com os assassinatos de mulheres, da educação perversa como está, nós não concordamos. Por isso que nós estamos na rua nos manifestando e dizendo #ForaBolsonaro”, afirmou.

Em Belém (PA), mulheres encerraram o ato com o manifesto “O estuprador és tu”, inspirado na manifestação de mulheres contra a violência no Chile e que se espalhou pelo mundo. / Catarina Barbosa

Para a professora da Universidade Federal do Pará (Ufpa) Rosa Acevedo o momento pelo qual passa o país pede que as mulheres se mobilizem e partam para a luta. “Neste 8 de março de 2020, as mulheres brasileiras precisam estar na rua. É necessário darmos a cara para contestar contra todos os ataques que se têm lançado contra as mulheres, as mulheres das comunidades tradicionais, as mulheres indígenas. As decisões do governo que têm atacado direitos fundamentais, direitos ao território, direito à vida, à saúde, à saúde, direito à educação, que têm desconhecido a participação política das mulheres”, diz. 

Militantes pedem fim da violência e saída de Bolsonaro e Zema

Ainda durante a manhã, o ato de 8 de Março em Curitiba (PR) ocorreu no bairro Parolin, periferia da cidade, e pediu por paz na favela. Maria Aparecida mora no local há 27 anos e relembrou das mães que choram por seus filhos devido à violência na região. 

Já em Belo Horizonte (MG), o Ato do Dia Internacional de Luta das Mulheres saiu da Ocupação Pátria Livre colorindo as ruas de lilás contra o machismo, contra a violência e contra a retirada de direitos. Elas pediram pela saída do presidente Jair Bolsonaro e do governador Romeu Zema (Partido Novo). 

Mulheres de diversas organizações, movimentos sociais e partidos também saíram em luta por direitos, democracia e justiça por Marielle Franco, em Palmas (TO).

Mulheres reforçam a luta para ocupar espaços de liderança

Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, as atividades ocorreram no Parque Tom Jobim. Diferentes grupos e coletivos montaram uma programação que colocou em foco a luta feminina pela ocupação dos espaços de liderança e pelo fim da violência de gênero. Atividades como yoga, aula de defesa pessoal, dança circular, contação de histórias para mulheres, intervenção poética e oficina de cartazes e de bordado foram oferecidas ao público.

Além disso, durante todo o evento os coletivos ofereceram tendas de apoio jurídico, médico e psicológico às mulheres. O ato contou, também com uma exposição fotográfica sobre diversidade e a tenda da campanha “Não quero veneno no meu prato”, sobre o elevado uso de agrotóxicos nos alimentos.

Em Maceió o 8 de março está sendo marcado pelo Festival Cultural Mulheres em Luta, que começou às 14h conta com apresentações de artistas e grupos locais e avançou pela noite com arte, cultura e resistência feitas por mulheres.

Com o tema “Pela Vida das Mulheres contra o Fascismo, Machismo, Racismo e LGBTfobia, os atos do 8M reuniram cerca de 10 mil mulheres em Fortaleza (CE), no entorno do Centro Dragão do Mar. As atividades incluem rodas de conversa e oficinas, seguidas de um cortejo pela orla da capital cearense. 

Em João Pessoa a concentração começou às 15 horas com um ato político-cultural no Busto de Tamandaré, com o lema “Mulheres na Luta por Direitos!”.

Trabalhadoras do campo e da cidade tomaram as principais ruas de Cametá (PA), em denúncia a violência e em defesa da vida e direitos das mulheres. / Weslley Marques | Levante Popular da Juventude

Entidades e personalidades também publicaram ao longo do dia notas em apoio à luta das mulheres. Confira:

Nota do Movimento dos Atingidos por Barragens

Neste 8 de março, dia de luta das mulheres, as atingidas por barragens se colocam firmes contra a violência de gênero e na defesa da democracia e dos direitos. 

Sabemos que a data, carregada de significado histórico para a organização das mulheres no mundo, não é motivo algum de comemoração, mas, sim, um momento de denúncia das injustiças.

O Brasil, infelizmente, ainda é um país extremamente machista onde há muitas questões a serem pautadas, desde a grave desigualdade salarial até o feminicídio – nosso país amarga o quinto lugar no ranking dos que mais matam mulheres.

Neste sentido, no contexto de violação de direitos das populações atingidas, as mulheres também são afetadas de forma mais profunda, com a falta de reconhecimento na interlocução com as empresas, o fim dos laços familiares e comunitários, além do aumento da violência doméstica e exploração sexual. 

Nós, mulheres, queremos ficar vivas. Em defesa da vida, lembramos de nossas companheiras lutadoras que se foram: Dilma Ferreira, Nicinha, Berta Cárceres, Marielle Franco e tantas outras mortas de forma violenta na luta por um mundo mais justo. 

Com o atual governo, a vida das mulheres se torna, cada dia, mais difícil com aumento do desemprego, cortes em saúde e educação, além dos claros ataques e demonstrações de ódio pela existência feminina.  

Sinal claro do amplo retrocesso que estamos vivendo é a latente necessidade em pautar a democracia, cotidianamente ameaçada pelo próprio presidente. 

Não descansaremos até que todas sejamos livres. Somos mulheres, somos atingidas, somos resistência, estamos em luta. E que este 8 de março inspire nossas próximas batalhas.

Mulheres, água e energia não são mercadoria! 

:: Veja também: “Vocês simbolizam milhares de Rosas Luxemburgos”, diz Lula às mulheres do MST ::

Nota Oficial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Hoje, milhões de mulheres vão às ruas em todo o mundo lutar por bandeiras de igualdade. Elas estão nas ruas por igualdade de direitos, de salário, de oportunidades e, sobretudo, pelo direito à própria existência. Uma coisa tão cara como a vida é negada a uma mulher a cada 7 horas no Brasil. Uma mulher a cada 7 horas. Esse é o número de feminicídios em nosso país, onde, apenas em 2019, o machismo assassinou 1.314 mulheres, incentivado por um governo que naturaliza a violência.

Neste dia que nos convoca à reflexão e à luta, quero lembrar de uma mulher que há 725 dias teve a vida encerrada justamente por encarnar a luta e os ideais das mulheres que sonham com um mundo mais igual: Marielle Franco.

Buscar justiça para Marielle e por todas as Marielles que incomodam por sua força, que incomodam por saber seu lugar e fazer questão de ocupa-lo, é um dever de todos nós.

Eu me somo, ao lado de nosso partido que já levou uma mulher ao mais alto posto da República e é presidido por uma, na luta por um mundo onde as pessoas não sejam subjugadas por seu gênero. Em nossa busca permanente e inegociável por igualdade e justiça social.

Lula

Contra Bolsonaro, por Marielle e pela vida, 8M reúne mulheres em São Paulo (SP) – Créditos: Julia Chequer/Brasil de Fato

Edição: Aline Carrijo e Cris Rodrigues

 

Fuente: Brasil de Fato

Telesur: Mujeres chilenas realizan nueva jornada de protestas masivas

Este domingo las mujeres chilenas exigieron el cese de la violencia de género. | Foto: EFE

 

Veinticuatro horas después de la concentración que tuvo lugar en Plaza de la Dignidad, las mujeres chilenas están convocadas a llenar nuevamente las calles de todo el país.

La Huelga General Feminista en Chile se desarrolla este lunes con algunas manifestaciones en Santiago, y otras ciudades del país, previo a una concentraciónmasivaque se realizará a las 11H00 horas locales en la Plaza Italia, rebautiza como Plaza de la Dignidad en la capital chilena..

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En varios puntos de Santiago, contingentes de mujeres realizan manifestaciones, y se han colocado barricas en varios puntos de acceso, mientras el cuerpo de Carabineros han reprimido algunas protestas, de acuerdo con reportes de la prensa local.

La Coordinadora 8M, una de las organizaciones surgidas al calor de las protestas que se suceden en Chile desde octubre pasado y que se encarga de aglutinar los esfuerzos del sector femenino, convocaron para este lunes a una concentración en Santiago y otras ciudades a lo largo del país.

Coordinadora Feminista 8M@Coordinadora8m

[????Actividades 9 de marzo en Santiago – La Huelga General Feminista Va! ]

Mañana continúa la Huelga General Feminista! además de la marcha convocada para las 11:00 desde plaza Dignidad, más actividades que son parte de la huelga. Participa!

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La convocatoria busca dar continuidad a la marcha registrada este domingo en varias regiones del país, además de la capital, donde se calcula que 1 millón de personas se concentró en la Plaza de la Dignidad.

La vocera de Pueblo Libre, Victoria Herrera, señaló a La Radio que de esta forma se suman a la huelga feminista para darle visibilidad a las mujeres trabajadoras y exigió que ellas estén incluidas en el proceso constitucional.

La formación de un bloque educacional, una gran marcha, ollas comunes y cacerolazos, son algunas de las actividades previstas para la jornada.

Honorarios Uchile@honorariosuch

Las trabajadoras de la Chile nos sumamos a la huelga feminista. Este lunes 9 de marzo con nosotras. Juntémonos en torre 15 a las 11 horas y salgamos a marchar mujeres y disidencias sexuales✊????

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El cesede las actitudes patriarcales, el respeto social e institucional a la condición femenina, la igualdad, persecución y castigo a las expresiones de violencia de género, son algunas de las demandas que motivan a las chilenas a ejercer su derecho a la protesta, según declaró Javiera Manzi, vocera de 8M.

La coordinadora reiteró el llamado a la Huelga General Feminista en Chile, que hasta la fecha ha encontrado respuesta en decenas de miles de personas que han acudido a las convocatorias, fundamentalmente en el presente mes, donde se han intensificado las manifestaciones de protestas feministas.

Esto se produce en el marco de la ola de reclamos sociales que ya cumplen cinco meses en Chile, y que incluye, además de las demandas propias del sector femenino, otras reivindicaciones sociales. Incluso han llegado a solicitar la renuncia del presidente Sebastián Piñera

 

Fuente: TeleSur