Dialogo 2000: ¡NO A LA MEGAMINERÍA!

¡NO A LA MEGAMINERÍA!

Lunes, 26/8, a las 9 hs.
Casa de Catamarca, Córdoba 2080

Alberto Fernández y Lucía Corpacci van a encontrarse con las empresas mineras que quieren expandir sus negocios de Muerte y Destrucción en nuestro país.

SUMATE PARA DECIRLES ¡NO ES NO!

¡NO SOMOS PUEBLOS SACRIFICABLES! 
¡NO AL SAQUEO,  LA CORRUPCIÓN Y LA IMPUNIDAD!
¡NO QUEREMOS VIVIR EN TERRITORIOS DESTRUIDOS POR LA MEGAMINERÍA!

#GANEQUIENGANE, SEGUIREMOS EN LA LUCHA

POR EL AGUA, LA SALUD, LA VIDA
POR LOS DERECHOS DE LOS PUEBLOS ORIGINARIOS
POR LOS DERECHOS DE LES TRABAJADORES
POR EL CIERRE, REMEDIACIÓN Y PROHIBICIÓN DE LA MEGAMINERÍA

Multisectorial Antiextractivista

multiantiextractivista@gmail.com

FB: Multisectorial Antiextractivista

 

Fuente: Dialogo 2000

RADIO TEMBLOR: AMAZONIA EN LLAMAS…[ESPECIAL RADIAL]

Programa radial sobre los incendios forestales en la región Amazónica 

En esta ocasión hacemos este especial sobre la catástrofe en nuestro hermano país de Brasil, específicamente sobre los incendio en la Amazonia, y que se han extendido a la Amazonía de Bolivia y Paraguay.

Con reportes y audio de nuestra hermana Radio Santa Cruz de Bolivia, reportes del medio Brasil De Facto, de la red Jubileo Sur América de Brasil y de Radio Temblor Internacional desde El Salvador.

La Amazonia es el bosque tropical más grande del mundo, con una superficie de 5,5 millones de kilómetros cuadrados, un tesoro ecológico amenazado por la creciente deforestación, los incendios forestales y políticas extractivas.

Según, el Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (Inpe) de Brasil confirmó con sus satélites que entre enero y lo que va de agosto se registraron 74 mil 155 focos intermitentes de incendios forestales en el Medio Oeste, Sudeste y Sur de Brasil, consecuencia de la “política de desarrollo” del ultraderechista presidente Jair Bolsonaro para la agricultura y la minería, desmantelando las políticas ambientales.

El incendio en la Amazonia provocó desde la semana pasada un corredor de fuego que alcanza a países vecinos como la Argentina, Uruguay, Perú y Bolivia. La selva amazónica sufrió la deforestación de 2 mil 254 kilómetros cuadrados en julio, casi el cuádruple del mismo mes en 2018, en Brasil, Bolivia, Perú y Paraguay.

Según la responsabilidad sobre los incendios forestales en la selva brasileña fueron provocados por ganaderos y madereros que quieren limpiar y utilizar la tierra, envalentonados por el presidente proempresarial del país. Sin embargo, para el presidente ultraderechista Jair Bolsonaro, culpa a los grupos ambientalistas por la ola de incendios en el Amazonía. Quienes han sido fuertes críticos ante las políticas extractivas del gobierno de Brasil 

También hay que manifestar que ante esta alerta internacional plataformas y organizaciones gubernamentales realizan llamados y recolecta de firma para exigir justicia ambiental por lo que padece la región Amazonica.

Un de las peticiones la realiza www.salvalaselva.org con la petición: URGENTE: Apagar el fuego, mantener viva la Amazonía

Muchas son las reacciones de la opinión pública internacional y acciones de redes de ecologistas y movimiento social. Que ha realizado protestas en embajadas y marchas en distintas ciudades del continente. Un llamado y acción como es de Tzkat Red de Sanadoras Ancestrales Feminismo Comunitaria Territorial de Iximulew de Guatemala y organizaciones ambientales de El Salvador.

Por: Equipo Radio Temblor Interncional

 

Fuente: Radio Temblor

Rede Jubileu Sul Brasil emite nota sobre a Amazônia | “Mudar o sistema para não mudar o clima!”

A Coordenação Nacional da Rede Jubileu Sul Brasil, reunida desde o dia 21 em São Paulo, emite nota em solidariedade aos povos, animais e biomas da Amazônia. Repudia veementemente ações do governo de Jair Bolsonaro e aponta caminhos civilizatórios mínimos para a proteção da Amazônia.

“O acordo UE-Mercosul não é solução, é antes parte do problema da devastação da Amazônia. Caso queiram proteger a Amazônia, que aprovem requisitos civilizatórios mínimos para suas empresas e seus investimentos, como o tratado vinculante sobre violações de direitos humanos que está sendo negociado no âmbito da Comissão de Direitos Humano da ONU”.

Coordenação Nacional da Rede Jubileu Sul Brasil se reuniu entre os dias 21 e 24 de agosto, em São Paulo, para avaliar o atual cenário político e econômico do país

Confira a nota na íntegra:

Amazônia e os povos da floresta gritam: não passarão!
Mudar o sistema para não mudar o clima!

Nosso abraço e solidariedade profunda aos povos da floresta, aos rios, às árvores, aos animais da Amazônia que sangram. Suas dores são nossa dor!

O início desse ciclo apocalíptico de desmatamento e queimadas da Amazônia pode ser localizado no momento em que o Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, indicado pela bancada ruralista, foi à região amazônica se solidarizar com os agentes depredadores que tinham sido multados e que tiveram seus equipamentos apreendidos pelo IBAMA. Em seguida, técnicos do órgão foram desautorizados e alguns exonerados. O sinal dado, em consonância com as ordens emanadas pelo presidente Bolsonaro de que “nada pode fazer o agronegócio parar”,  foi claro e rapidamente entendido na região. É preciso destacar ainda que, em 2019, o IBAMA sofreu profundos contingenciamentos orçamentários e ainda teve redução de sua já restrita equipe de campo em função da ideologia da austeridade e dos imperativos do rentismo para o pagamento dos juros da dívida pública. Em junho deste ano,  mês em que as queimadas começaram sua escalada na Amazônia, foram destinados R$17 bilhões para o pagamento de juros e amortização.

O pano de fundo desse desastre intensificado na Amazônia é o modelo neoextrativista que sintetiza biomas e modos de vida neles fundados, modelo que é sustentado por cadeias de valor globais e transnacionais, principalmente norte-americanas, europeias e chinesas. O desmatamento sempre foi um vetor de valorização que se incrementa com a especulação no mercado de terras na Amazônia. Historicamente, o agronegócio brasileiro recebeu toda sorte de incentivos tributários e creditícios. No acumulado em 15 anos chega, esse valor passa de R$ 3,997 trilhões, disponibilizando um arsenal de novas tecnologias, e em resposta a todo esse suporte público e estatal, o setor aprofundou sua lógica de expansão territorial a todo custo, fez uso máximo de de transgênicos e agrotóxicos e recorreuàs condições de trabalho análogas à escravidão. A produtividade do agronegócio brasileiro depende da destruição, mais rápida ou mais gradual, da Amazônia e dos povos que dela e nela vivem.

Além disso, observando mais detidamente os focos mais intensos de queimadas na Amazônia nos últimos meses, pode-se notar que grande parte deles se concentra nas últimas frentes de expansão criadas por megaprojetos de infraestrutura (Belo Monte e Jirau/Santo Antônio e BR 163) e mineração (Região de Carajás Serra Sul e do rio Trombetas). Esses projetos contam a participação de grandes conglomerados controlados por bancos brasileiros e transnacionais. Hipocrisia, portanto, que Governos que sediam essas empresas apresentem-se como defensores de uma região cuja destruição vem rendendo volumosas remessas para suas empresas.

O acordo UE-Mercosul oficializa a desindustrialização do continente e aprofunda nossa especialização em commodities, tendo a Amazônia como o principal “estoque”.  O acordo UE-Mercosul não é solução, é antes parte do problema da devastação da Amazônia. Caso queiram proteger a Amazônia, que aprovem requisitos civilizatórios mínimos para suas empresas e seus investimentos, como o tratado vinculante sobre violações de direitos humanos que está sendo negociado no âmbito da Comissão de Direitos Humano da ONU.

Não é apenas a biodiversidade que é marcada para morrer, mas também os povos da floresta (povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos) que estão sendo desterritorializados e violentados em suas ancestralidades, ficando os remanescentes forçados a migrar, principalmente para as periferias das grandes cidades, desestabilizando ainda mais os centros urbanos.

Não será com intervenções do G7 ou do imperialismo norte-americano, nem  com a  militarização da região Amazônica, que encontraremos caminhos para a solução desses problemas causados pela sanha do capital em crise permanente.  A soberania dos povos há de se impor!

As análises apontam que para deter essa devastação em grande escala da Amazônia é preciso estabelecer espaços de diálogo e incidência conjunta para identificação e punição dos maiores responsáveis e pactuar horizontes de auto planejamento dos povos da região sobre seu destino. As soluções não são isoladas. Passam pelo entendimento de que  tudo está interligado: os biomas e  os povos amazônicos que não são apenas brasileiros. Qualquer solução depende da aceitação, do acolhimento, da escuta dessas múltiplas conexões.

A travessia passa por uma nova institucionalidade internacional ambiental que supere a lógica da economia verde e dos regimes climáticos que servem para legitimar a ideia de que a natureza é uma mercadoria. Na linha da incidência com confronto, dentro/fora, devemos denunciar  os rumos do Acordo de Paris e das COPs, exigindo a precedência de fala e de decisão aos representantes dos povos da floresta e o estabelecimento de mecanismos cooperativos de proteção e estímulo de seus modos de vida,  integrados ao infinito fio da vida tecido e retecido pela Pachamama.

Somos os povos credores das dívidas ambientais, sociais e financeiras!

Não devemos! Não pagamos!

A vida acima da dívida!

Reparações Já!

São Paulo, 24 de agosto de 2019

 

Fuente: Jubileu Sul Brasil

#SomosVALLECITO #SomosOFRANEH

#SomosVALLECITO #SomosOFRANEH #DefendamosVallecito

Desde la Red Jubileo Sur/Américas, estamos convocando para que nos sumemos a la campaña de solidaridad con nuestras/os hermanas/os Garífunas de Honduras.
Es inminente el apoyo que podamos a la vida y lucha de este pueblo que viene abriendo caminos desde sus saberes, sabemos que la comunidad de Vallecito, como expresión organizativa y representativa del pueblo Garífuna está en un inminente riesgo, mismo que ha sido perpetrado con la complicidad Estatal.

 

Les pedimos que nos sumemos a la campaña, que los difundamos en todos los espacios posibles.

Juntas/os somo fuerza, Solidaridad y Amor

 

 

Lula: 500 días de una macabra injusticia

Canal Caribe.- Convencido de morir inocente y digno que avasallado por la injusticia, el expresidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva cumple hoy 500 días de prisión política.

Lula, 500 días frente a las adversidades

Juan Manuel Karg – Cubadebate

Se cumplen 500 días de la prisión de Luiz Inácio Lula da Silva, en medio de una crisis política-económica de dimensiones que vive Brasil. La revelaciones de Glenn Greenwald demostraron que el Lava Jato fue la herramienta judicial para una doble operación en formato de pinzas: la salida del Partido de los Trabajadores del gobierno, vía el impeachment a la entonces presidenta Dilma Roosseff, y la prisión y posterior inhabilitación de Lula, quien 500 días atrás encabezaba todas las encuestas en la carrera presidencial en su país. Producto de esa deformidad fue electo el ultraderechista Jair Messias Bolsonaro: el triste resultado del aniquilamiento de los resortes políticos en la idea de correr al PT del mapa.

Lula se constituyó sujeto frente a las adversidades: las de su niñez, con todas las pueda postergaciones que uno imaginar en un nordeste de exclusión; las de una viudez joven en San Pablo, allí donde luego conoció a Marisa Leticia, su histórica compañera; las de la prisión de la dictadura militar por encabezar huelgas en el ABC paulista; las de los poderosos frente a la conformación de la Central Única de los Trabajadores (CUT) primero, y el Partido de los Trabajadores (PT) después; las de ser derrotado en múltiples elecciones consecutivas a la presidencia de su país. Estos 500 días son otro tramo de esas adversidades, pero ahora ya en un capítulo avanzado de su biografía, donde además perdió a su mujer y a su nieto Arthur. Como sea, tiene la piel curtida: sabe que Bolsonaro es una coyuntura más en el zigzagueo político-ideológico de Brasil, como lo es Macri en Argentina.

La larga historia de despojos de nuestro continente guardará como una verdadera vergüenza este episodio que mantiene condenado y detenido sin pruebas al principal líder político-social de este continente. “No es raro, es lo que pasa siempre. ¿Qué pasó con San Martín? ¿Qué pasó con Artigas? ¿Qué pasó con todo lo que servía de América Latina? ¿Qué mierda pasó? ¡Ah! 50 años después, eran una cosa bárbara, ¿pero cómo la pasaron?” dijo José Mujica un mes atrás, desde su chacra de Rincón del Cerro, para graficar su perspectiva sobre la prisión de su amigo, quien fuera dos veces presidente de Brasil.

No lo decía cualquiera: Mujica sufrió doce años y medio de despojos, detenido y confinado en las peores circunstancias que un ser humano pudiera atravesar. Luego rearmó su espacio, se sumó al Frente Amplio, ganó elecciones parlamentarias, ayudó a construir el triunfo de Tabaré Vázquez y finalmente fue electo presidente de su país. Pero luego de cederle la banda a Tabaré no dejó la política: ahora hace campaña para que Ernesto Talvi, un heredero de la Escuela de Chicago, no termine con el ciclo del FA, cosa a la que también aspira Lacalle Pou.

“Luchar, vencer, caerse. Levantarse, luchar, vencer, caerse, levantarse. Hasta que se acabe la vida: ese es nuestro destino”, dijo durante una visita a Argentina el vicepresidente del Estado Plurinacional de Bolivia, Álvaro García Linera, dando cuenta de las privaciones que tienen aquellos que quieren modificar el status quo.

El retroceso electoral del macrismo es una buena noticia para Lula y una muy mala para Bolsonaro: muestra los límites de los gobiernos que pretenden ajustar a la ciudadanía en nombre de una libertad de mercado cada vez más cuestionada a escala global. Una buena noticia, 500 días después de una de las injusticias más grandes que haya visto este continente. Lejos de voluntarismos abyectos, Lula sigue resistiendo. Y desde esa trinchera prepara su retorno a la política de Brasil, de la que lo quisieron borrar. “Luchar, vencer, caerse. Levantarse, luchar, vencer, caerse, levantarse» diría García Linera nuevamente. Es la historia de América Latina. Y la de Lula también.

Las mentiras de los muñecos de Trump

Emir Sader – Cubadebate 

Mentiras y chivos expiatorios son las dos palancas fundamentales de hacer política del trumpismo. Ya se ha calculado que el presidente norteamericano emite 20 mentiras al día, con una casi insuperable productividad. El chivo expiatorio mayor para Trump son los mexicanos, responsables de todos los males de EE UU.
Sus seguidores intentan andar por ese mismo trecho. Bolsonaro y sus muñecos mienten todo el tiempo y buscan atribuir al PT los problemas actuales del país, como si no heredaran tres anos de gobierno desastroso de Temer. Asimismo, la derrota de su amigo Macri los ha dejado desconcertados. Un gobierno tan bueno, que los argentinos no han sabido valorar, prefiriendo volverse una Venezuela y exportar su población hacia Porto Alegre. (Él no sabe que todos los años los argentinos vienen, pero a Florianopolis y no a Porto Alegre.)

En entrevista a Clarín, el ministro de Economía pinochetista de Bolsonaro, Paulo Guedes, creyendo que los argentinos no están informados sobre Brasil, destila sus mentiras a toda mecha, siendo las más escandalosas las que tienen que ver con Lula.

Un gobierno que tiene 14 millones de desempleados, lo que no le supone preocupación alguna, acusa a Lula de no haber creado empleos para los brasileños. Lula, cuyo gobierno creó 22 millones de empleos formales para los brasileños. El PT, que al final del mandato de Dilma, en diciembre de 2014, había logrado, por primera vez en Brasil, pleno empleo y con la economía creciendo. La herencia que recibió Bolsonaro no fue la de los 12 años de gobiernos del PT, sino la de los tres años desastrosos de Temer, responsable de la restauración de la política económica neoliberal.

Pero eso no era suficiente, Guedes, que había prometido junto a Bolsonaro durante la campaña electoral que la economía brasileña volvería a crecer en el primer año de su mandato, ahora pide uno o dos años más, para superar la recesión. Sin embargo, para el diario Clarín, Guedes puede presumir de liderar la recuperación de la economía brasileña.

Así se comportan los muñecos de Trump y del FMI.

 

Fuente: Cuba Informacion