HAITIANOS GRAVAM VÍDEO EM RESPOSTA ÀS CRÍTICAS DE LUCIANO HUCK

Assista online: Pacs promove debate sobre financeirização da natureza e Brics na África

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Acompanhe ao vivo aqui:

Nesta quinta-feira, 23, a partir das 14h, acontece o lançamento de dois estudos inéditos sobre o tema de financiamento do desenvolvimento e economia verde. O lançamento faz parte do seminário Novos rumos da crítica ao financiamento do desenvolvimento que marca a abertura das comemorações de trinta anos do Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul – Pacs. O seminário acontece na sede do Sindipetro-Rj, no Centro do Rio de Janeiro.

Saiba Mais sobre as duas pesquisas

BNDES

Baixe um resumo da pesquisa aqui:

http://www.pacs.org.br/files/2016/06/o_clima_do_negocio_intro_sem_marca_corte-3.pdf

O estudo  clima do negócio e o negócio do clima: O BNDES e a economia verde (em fase de conclusão) analisa como a incorporação da questão ambiental e climática por parte do BNDES vem resultando em conflitos ambientais e na consolidação da lógica mercantil aplicada à natureza. Neste processo, o BNDES junto com outros agentes dominantes dos setores público e privado no Brasil e no mundo, redefine o que é o ambiental e climático, fortalecendo a lógica de que inovações, tecnologias e a criação de “ativos” ambientais serão suficientes para superar problemas estruturais. 

O trabalho chama a atenção para o fato de que este  discurso gira em torno de uma crise ambiental e climática e não de uma crise política, econômica, moral e cultural observada e vivenciada pelas populações tradicionais que sofrem com o racismo e a injustiça ambiental. O estudo foi realizado pela pesquisadora Fabrina Furtado, colaborado do Pacs, economista, doutora pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR/UFRJ).

BRICS

Como se portam as empresas de países emergentes quando atuam em países empobrecidos do continente africano? Esse é o mote da pesquisa Brics na África: Mais do Mesmo?, coordenada pelo Pacs e desenvolvida pela pesquisadora Ana Garcia, do departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Formado no contexto da crise financeira internacional, o grupo de países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) surgiu como esperança de uma alternativa contra-hegemônica do Sul global frente às potências mundiais. Partindo de um questionamento crítico da capacidade e motivação dos BRICS na construção de uma nova ordem global, o estudo compara os acordos de investimento de empresas dos países BRICS com países africanos. O destaque fica por conta dos mapas que listam os Tratados Bilaterais de Investimento (TBIs) dos cinco países Brics em países africanos com volumes de Investimentos Externos Diretos (IEDs), apontando os principais setores econômicos e as empresas atuantes em cada país.

O debate de lançamento das duas publicações será transmitido online em endereço a ser divulgado na página do Pacs no Facebook. O seminário Novos Rumos da Crítica ao Financiamento do Desenvolvimento segue acontece até o dia 23 com debates abertos ao público. Os interessados devem enviar nome completo para o e-mail: contato@pacs.org.br. Confira abaixo a programação completa.

 

PACS 30 ANOS

#DebatendoAlternativas

Seminário Novos Rumos da Crítica ao Financiamento do Desenvolvimento

Rio de Janeiro, 23 e 24 de Junho de 2016

Local: SINDIPETRO RJ (avenida Passos, 34)

Inscrições: contato@pacs.org.br

Informações: (21) 2210-2124

Confirme presença: https://goo.gl/r7tEur

 

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Dinheiro para a Olimpíada, calamidade para a população

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Nota do Pacs sobre o decreto estadual de calamidade pública

Na última sexta-feira, dia 17, a população do Rio foi surpreendida com o decreto de calamidade pública no âmbito da administração financeira estadual. A medida gerou surpresas não só por sua possível ilegalidade – já que o estado de calamidade é usual em situações imprevisíveis, decorrentes de desastres naturais – mas também pelo uso dos compromissos assumidos com os Jogos Olímpicos como motivação pelo governador em exercício. Francisco Dornelles (PP) confirmou à imprensa que a ajuda da União não terá como prioridade o pagamento de servidores.

Desde o ano passado, a população do estado do Rio de Janeiro vem sentindo fortemente os efeitos da crise e do ajuste fiscal em vários aspectos:  salários atrasados e parcelados, fechamento de emergências por falta de materiais básicos e colapso da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), cuja existência segue ameaçada devido à falta de verbas. Em 2016, mais medidas de austeridade atingiram as áreas sociais, com a suspensão do Renda Melhor, programa de assistência financeira às famílias mais pobres, complementar ao Bolsa Família. Os restaurantes populares também estão sem repasses desde o ano passado, ameaçando fechar as portas.

Com o decreto, publicado no Diário Oficial do último dia 17, o governo estadual abre mão de cumprir suas obrigações em nome dos Jogos Olímpicos. As implicações reais da medida ainda não estão explícitas, e serão regulamentadas por atos normativos, mas medidas como esta em geral permitem ao executivo passar por cima do legislativo, contratar empréstimos sem autorização do legislativo, demitir funcionários públicos em período de experiência e contratar empresas sem licitação. A menção no decreto da “racionalização de todos os serviços públicos essenciais, com vistas à realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016” abre margem para o não pagamento de funcionários como professores, médicos e policiais e para o desmonte desses serviços na prática, tudo em nome de “honrar seus compromissos” para a realização da Rio 2016.

A previsão do déficit do Estado para este ano é de R$ 19 bilhões. Os principais motivos alegados pelo governador para a “crise fiscal” são a queda da arrecadação do Imposto de Circulação sobre Mercadorias e Serviços (ICMS) e a retração do petróleo, que também diminui os recursos dos royalties.

A ironia desse cenário, porém, encontra-se no relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), segundo o qual o Estado deixou de arrecadar das empresas R$ 138 bilhões em ICMS entre 2008 e 2013 através da chamada renúncia fiscal, mecanismo pelo qual o governo abre mão da receita do ICMS em favor de alguma empresa. Essa estratégia fazia parte do discurso dos governantes de competitividade entre as cidades, seguindo a ideia de que, ao abrir mão do imposto, atraem-se mais empresas para o Estado, movimenta-se a economia e gera-se mais emprego. Ao mesmo tempo em que abriu mão dessa receita, o estado pediu dinheiro emprestado aos bancos, ao BNDES e ao governo federal, fazendo com que a dívida pública crescesse todos os anos entre 2010 e 2015. No final de 2015, a dívida consolidada líquida atingiu R$101,2 bilhões.

Parte das renúncias fiscais foi em prol dos mesmos Jogos Olímpicos, que aparecem agora como motivo para o decreto do estado de calamidade. A lei 7.036/15 – o programa Amigos dos Jogos – previu o abatimento de até 4% do ICMS das empresas que investissem em projetos credenciados pelo Comitê Rio 2016, e promoveu a renúncia de R$ 330 milhões. As empresas ganharam associando seus nomes aos Jogos.

Ou seja, antes associada à atração de investidores, a queda da arrecadação agora aparece no discurso do governador como um dos motivos da crise e do estado de calamidade. A renúncia fiscal e ao aumento da dívida pública são fundamentais para compreender a grave crise fiscal atual, mas a resposta não pode ser corte em áreas sociais em detrimento da realização dos Jogos Olímpicos. Vemos, na prática, que para as autoridades tem dinheiro para a Olimpíada, mas não tem para a população, que aparecer bem aos olhos dos investidores internacionais conta mais do que a qualidade de vida de quem aqui mora. Definitivamente, O Rio de Janeiro é, hoje, uma cidade produzida para ser vendida – e não para ser vivida.

Fuente: PACS

 

Represión a Maestros en Oaxaca! (Video)

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NSISTO TENEMOS QUE COMPARTIR ESTE VIDEO,COMO YA SABEMOS LOS MEDIOS SIEMPRE SATANIZANDO AL MAGISTERIO , MALDITOS AMARILLISTAS PUBLIQUEN ESTE VIDEO QUE LA GENTE SE DE CUENTA LO QUE EN VERDAD SON LOS POLICIAS,PERO COMO SE QUE NI DE BROMA SALDRA AL AIRE AQUI SE LOS DEJO COMPARTAN LO MAS QUE SE PUEDA

Fuente: Resiste Maestro

Milagro Sala: represión en Argentina

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Milagro Sala: represión en Argentina
Protestas por Milagro Sala. (Imagen de La Garcia)

Acerca de la situación de Milagro Sala. Jorge D’Alesio informó a Pressenza, a través del Partido Humanista Internacional, que los medios de comunicación argentinos han puesto énfasis en esta situación, y elBuenos Aires Herald (el más antiguo y prestigioso periódico en inglés de Argentina) publicó el 6 de junio de este año un informe titulado “El estado de democracia en Jujuy”.

http://buenosairesherald.com/article/216005/the-state-of-democracy-in-jujuy

Un periodista del Herald que estaba investigando en Jujuy la semana pasada verificó que a la líder social Milagro Sala aún no se le permite la libertad de expresión, debido al dictamen del juez a cargo. Mantener a un prisionero incomunicado va en contra de los principios constitucionales, y constituye una excepción de casos extremos, aunque no es la primera vez que ocurre (el líder de la banda de narcotraficantes de Rosario “Los Monos” está encarcelado en estas condiciones). Sólo se permite esta práctica en el caso de que el prisionero pueda obstaculizar el proceso legal, pero Sala ya lleva 5 meses en la cárcel.

Si hacemos memoria, hace menos de un año (para ser preciso, el domingo previo a las primarias PASO de agosto, posiblemente no por coincidencia) un periodista de Canal 13 pudo hablar sin ningún problema con el convicto Martín Lanatta, quien culpó a Aníbal Fernández (jefe de gabinete y posible candidato para gobernador de Buenos Aires) de ser el responsable tras el triple homicidio del caso del General Rodríguez en el 2008, siendo que Lanatta es un asesino a sueldo; Sala, en cambio, fue detenida por protestar en una plaza central de San Salvador de Jujuy, y no se le permite comunicarse con la prensa, esto entre muchas otras irregularidades que no afectan solo a Sala sino también a los valores democráticos en general.

Alzar la voz para que el proceso legal de Sala sea regular y tenga libertad de expresión no implica decir que esta líder social no debiera ser investigada. Ha sido acusada, por mucho tiempo, de abuso de poder y arbitrariedad en la administración de programas de vivienda y de ayuda social, pero no es tan claramente culpable como nos quieren hacer creer ciertos medios de comunicación, que basan su opinión principalmente en un video que muestra a militantes de Túpac Amaru sacando enormes cantidades de dinero en efectivo del banco. Sin embargo, eso no es necesariamente ilegal, aunque no ahondaremos al respecto en esta nota porque se trata de otro tema enteramente distinto. En todo caso, esta cooperativa gastó mucho más eficientemente el dinero que sus contrapartes en los gobiernos de provincia, e incluso mejor que el Ministerio de Planificación Federal con las obras públicas nacionales y que el municipio con su programa de vivienda, cuando el actual presidente Mauricio Macri era alcalde.

Quizás aún sea muy pronto para comparar las políticas sociales del nuevo gobernador radical de Jujuy, Gerardo Morales, con sus predecesores peronistas, pero ya es tiempo de decir que Morales se está permitiendo llegar a extremos autoritarios verdaderamente alarmantes para cualquier político elegido democráticamente, no solo en cuanto a la detención de Sala, que fue muy irregular, sino también en cuanto a que ha prohibido cualquier tipo de protesta social en general.

http://buenosairesherald.com/article/216006/el-estado-de-democracia-en-jujuy

Traducido por: Emilio Stanton

Fuente: Pressenza

Argentina: Marcharon en Buenos Aires contra el aumento del subte y los tarifazos

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El Congreso de los Pueblos, que reúne a varias organizaciones sociales marchó este martes hacia las dependencias municipales donde hoy se discutía y se aprobó el aumento del pasaje en subte (metro) a 7,50 pesos. La Audiencia Pública donde se iba a tratar el tema se convirtió en un bunker cerrado y copado por la policía que no dejaba pasar a nadie que no estuviera en una lista realizada por el gobierno municipal.

Eso generó fricciones en la puerta, con la policía y los laderos del macrismo que plantaron vallas metálicas (como las que se vieron el lunes en Rosario), mientras los manifestantes coreaban: “queremos entrar” y “Macri basura, vos sos la dictadura”.

Finalmente, varios oradores de los convocantes a luchar contra el tarifazo dieron cuenta de su repudio al estilo macrista de hacer todo por decreto y con el apoyo policial, y prometieron redoblar las protestas callejeras.

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El subte, por las nubes

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El presidente de Subterráneos de Buenos Aires (Sbase), Juan Pablo Piccardo, confirmó que la tarifa del subterráneo pasará a costar 7,50 pesos dentro de “entre 20 días y un mes”. Piccardo confirmó el aumento durante la audiencia pública no vinculante que se desarrolló hoy en la sala C del Centro Cultural San Martin.

El titular de la empresa pública que administra la red informó que el pasaje se irá de 4,50 pesos a 7,50 pesos con una tarifa social de 4 pesos. A su vez estimó que la llamada “tarifa técnica”, que establece el costo total del servicio por viaje sin los subsidios asciende hoy a 13 pesos, 3 pesos más que lo señalado por la Auditoría porteña, debido “al incremento en costos de mantenimiento y apreciación de material rodante”.

Además, el nuevo cuadro estipula descuentos para los usuarios frecuentes del 20 por ciento para los que viajan mas de 21 veces por mes; de 30 por ciento, para después del viaje número 31; y de 40 por ciento a partir del viaje 41 del mes.

En la previa de la audiencia, que no hará reveer la escala tarifaria impuesta por el gobierno porteño, unas 300 personas quisieron ingresar al Centro Cultural San Martin, ubicado en Sarmiento al 1500, con banderas contra el tarifazo.

A pesar del cerco de seguridad para evitar el ingreso de los manifestantes, en la audiencia representantes de varios sectores de la sociedad expresaron su rechazo al tarifazo. En representación de los trabajadores de subte, el delegado de la línea B, Claudio Dellecarbonara, denunció que el aumento acumulado del subte alcanza en poco más de tres años el 580 por ciento, lo que significa un “gran golpe para todos los usuarios” y apuntó “a los empresarios que hacen del servicio público un negocio”.

En ese tono, el legislador porteño por MST- Nueva Izquierda Alejandro Bodart sostuvo: “Cuando el subte se privatizó daba ganancias; alguna vez van a tener que explicar por qué años después además de una tarifa carísima y un servicio malo, terminamos subsidiando a esta empresa y ocasionando una pérdida tremenda a la Ciudad de Buenos Aires”.

El legislador cuestionó además la “tarifa técnica” y estimó que fue construida para “terminar justificando más aumento y más subsidios” y aseguró que nunca pudieron demostrar cómo se calcula. En esa misma línea, el legislador por el Frente para la Victoria Gabriel Fucks cuestionó que “no se hayan detallado los costos de explotación para poder hacer el cálculo de la tarifa técnica”.

Desde la asociación de consumidores Fernando Fontenla calificó la tarifa técnica de Metrovías como “incorrecta porque no refleja la tasa de ganancia de la empresa, “lo que indica que Metrovías estaría trabajando ad honorem”.

Fuente: Resumen Latino Americano