#15M DÍA INTERNACIONAL DE LUCHA CONTRA LA COPA DEL MUNDO. APÓYALO!

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por comitepopularsp · em Manifesto. ·

Cual será el legado de la Copa del Mundo de 2014?

– 8 muertes en la construcción de los nuevos estadios de la Copa y 3 en otros estadios

– 250 mil personas desalojadas a fuerza de sus casas

– comerciantes y artistas independientes impedidos de trabajar

– explotación sexual de mujeres, niños y adolescentes

– violencia contra los indigentes

– la toma de espacios y calles públicas por empresas privadas

– elitización del acceso a los estadios de fútbol

– inversiones millonarias en armamento para la policía, para ser utilizado contra el pueblo

– leyes de excepción que sirven para criminalizar la protesta

– y una enorme y cuestionable deuda que deberá ser paga por los ciudadanos

Por este legado, culpabilizamos los patrocinadores del evento, las constructoras, las mafias llamadas FIFA y CBF (Confederação Brasileira de Futebol), así como los gobiernos municipales, provinciales y federal, el parlamento y el poder judicial.

Qué exigimos?

– habitación digna y decente para todos los que fueron expulsados de sus casas! Llave por llave!

– fin de la violencia del Estado y de la gentrificación del centro de las ciudades.

– revocación inmediata de los espacios exclusivos de la FIFA y permisión para que los comerciantes independientes puedan trabajar.

– la no-instalación del tribunal de excepción de la FIFA.

– revocación de la ley que concede exoneración general de impuestos para la FIFA y sus parceros comerciales.

– anulación de los proyectos de ley y normativas que definen el crimen de terrorismo, restringen el derecho a la protesta, criminaliza los movimientos sociales e intensifican la violencia contra la población joven y negra!

– desmilitarización de la policía y el fin de la represión a los movimientos sociales.

Nosotros exigimos nuestro derecho a la ciudad y a la protesta!

Copa del Mundo sin pueblo — estamos en las calles de nuevo!

¡¡¡Apoyemos las protestas en Brasil!!!

Mayor información: AQUÍ

COPA DAS COPAS OU DAS TROPAS?

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POR GUILHERME BOULOS

Publicado no Blog do Juca Kfouri

Nos últimos dias o Governo Federal informou que dará apoio no Senado ao Projeto de Lei Antimanifestação relatado pelo Senador Pedro Taques (PDT), o PLS 508/13.

Desistiu, com isso, de um projeto próprio que estava em gestação no Ministério da Justiça, mas sem desistir do anseio de criminalizar as mobilizações populares.

A iniciativa do Governo tem declaradamente o objetivo de apressar a aprovação de uma lei desta natureza.

A ideia é que esteja aprovada e sancionada até a Copa do Mundo, buscando inibir mobilizações no período dos jogos. O próprio Ministro da Justiça deixou claro este objetivo sem pudor em declarações públicas.

O Projeto de Pedro Taques é uma versão menos raivosa do PL 499/13, que pretendia associar manifestações ao crime de terrorismo.

Suas principais propostas são: o agravamento de penas para crimes como lesão corporal e dano ao patrimônio quando ocorridos em manifestações; a obrigatoriedade de identificação de manifestantes mascarados; e a necessidade de informação prévia de hora, local e trajeto das manifestações.

Para não dizer que não falou das flores, o Senador incluiu também pena ao policial que não usar identificação em sua farda.

A qualificação de crimes quando ocorridos em manifestação é uma verdadeira aberração jurídica.

Pressupõe uma criminalização prévia.

Participar de manifestação passa a funcionar como agravante.

Para que se tenha uma ideia do significado disso basta lembrarmos algumas das circunstâncias que funcionam como agravante criminal pelo Código Penal brasileiro: crimes por “motivo fútil”, “meio cruel” ou “dirigido contra crianças”.

Agora, “estar em manifestações” se soma a esta lista.

Não menos preocupante é a exigência de aviso prévio.

Embora formalmente já esteja prevista na legislação e possa parecer algo inofensivo, o espírito da lei neste momento foi traduzido nas palavras de seu autor, o Senador Pedro Taques, ao dizer que há lugares em que não devem ocorrer manifestações.

Ele cita o exemplo de regiões próximas a hospitais.

Mas seu exemplo idôneo não esconde os abusos a que esta regulamentação prévia está sujeita.

Ao exigir aviso prévio e atribuir lugares próprios e impróprios a mobilizações esta lei fere de morte o direito à livre manifestação. Dá ao Estado o poder de definir se uma manifestação popular poderá ocorrer ou não. Ou melhor, legitima com uma legislação própria a histórica intolerância das forças repressivas às manifestações.

E ao fazer todos estes malabarismos o PLS 508/13 deixa de lado a grande questão dos crimes em manifestações no Brasil, a violência desmedida e impune das polícias militares em relação a protestos.

Os maiores autores de crimes em manifestações são normalmente os próprios policiais.

A fúria punitiva que decorreu da morte do jornalista Santiago Andrade, em fevereiro deste ano no Rio, e que deflagrou a corrida de PLs contra as manifestações sofre de amnésia seletiva.

Ela não se instalou quando, em junho de 2013, pessoas morreram em decorrência da ação policial repressiva às manifestações.

Muito menos perante os incontáveis e covardes homicídios praticados pela PM nas periferias urbanas do país e que se estendem às manifestações de resistência.

A força e quantidade das imagens que correm na internet mostrando a violência policial em manifestações tornam desnecessário listar casos aqui.

É algo público e notório.

Mesmo entre os jornalistas, levantamento da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), de 2013, apontou que 75% das agressões a jornalistas em manifestações foram cometidas por policiais.

Portanto, se o objetivo fosse inibir a violência em manifestações, o PL estaria voltado para o alvo errado. Deveria neste caso regulamentar a ação policial e não apenas com a exigência de identificação dos soldados, o que é um pressuposto a qualquer agente público.

Mas sim proibindo o uso de armas letais, vetando o “taser” (arma de choque), que já demonstrou seu potencial letal e atribuindo poder efetivo de investigação e punição a órgãos externos de controle social das polícias.

Isso seria o mínimo a se fazer de imediato e evidentemente não resolveria o problema da violência policial.

A solução efetiva envolve uma mudança de lógica da política de segurança, que passa pela desmilitarização da polícia.

No entanto nem a isso o PL se propõe, porque sua real intenção não é coibir a violência em manifestações. É coibir as próprias manifestações, em especial durante o período da Copa e outros megaeventos no país.

O PLS 508/13 é parte de um pacote mais amplo, que mobilizará o maior efetivo policial da história das Copas, 170 mil agentes.

Que, preparando o Rio para 2016, vem promovendo massacres impunes em favelas em nome de uma política de “pacificação”.

Neste momento o Complexo da Maré é a bola da vez, com a presença ostensiva do Exército; assim como, antes dos Jogos Panamericanos de 2007, a bola da vez foi o Complexo do Alemão com uma chacina policial que deixou 19 mortos.

As manifestações durante a Copa das Confederações e o período de mobilizações populares que se seguiu desde então apavoraram o Governo, a FIFA e seus patrocinadores.

A projeção de manifestações durante a Copa tornou-se objeto de uma histeria inconsequente no Governo, levando-o a esquecer uma importante lição de junho.

As manifestações cresceram e massificaram de verdade após uma repressão mal calculada da Polícia de São Paulo.

Este e outro tantos casos demonstram que repressão e ameaça não inibem automaticamente mobilizações.

Muitas vezes têm o efeito reverso.

A começar pela tentativa de aprovação do PLS, que produzirá manifestações de resistência dos movimentos populares em todo o país.

A “Copa das Copas” tão propalada por Dilma está se tornando cada vez mais a Copa das Tropas.

Guilherme Boulos, membro da Coordenação do MTST e da Frente de Resistência Urbana / Campanha Copa Sem povo, Tô na Rua de novo (https://www.facebook.com/copasempovotonaruadenovo)

ATO 15M: DIA INTERNACIONAL CONTRA A COPA DO MUNDO DE 2014

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O Comitê Popular da Copa SP (articulação horizontal e apartidária) está organizando o dia internacional de lutas contra a copa da FIFA que será em 15 de maio, às 17h, saindo da Praça do Ciclista em direção ao estádio do Pacaembú.

Nosso lema será: COPA SEM POVO, TÔ NA RUA DE NOVO!

Qual o legado da Copa de 2014?

– 8 mortes nas arenas da Copa e mais 3 em outras que seguem o mesmo modelo;

– 250 mil pessoas removidas à força de suas casas;

– trabalhadores ambulantes e artistas independentes impedidos de trabalhar;

– mulheres, criancas e adolescentes sofrendo com exploracao sexual;

– pessoas em situacao de rua sofrendo violência;

– empresas tomando conta de nossas ruas e espacos publicos;

– elitização dos estádios de futebol;

– bilhoes investidos em armamentos para a policia usar contra o povo;

– leis de excecao que criminalizam o direito de manifestar;

– e uma enorme e questionavel divida publica para a população pagar.

Responsabilizamos por isso as corporações patrocinadoras e construtoras da Copa, as máfias FIFA e CBF, os governos municipal, estadual e federal, os parlamentares e o poder judiciário!

O que queremos?

É verdade que a maior parte das violações para realizar a “Copa das Copas” já foi cometida, mas ainda existem possibilidades de revertermos o legado deste megaevento.

– Moradia digna para todas as pessoas removidas! Chave a chave!

– Fim da violência estatal e higienização das ruas do centro da cidade

– Revogação imediata das áreas exclusivas da FIFA previstas na Lei Geral da Copa e permissão ao trabalho ambulante

– Criação de campanhas de combate a exploração sexual e ao tráfico de pessoas

– Não instalação dos tribunais de exceção da FIFA

– Revogação da lei que concede isenção fiscal à FIFA e suas parceiras comerciais

– Arquivamento imediato dos PLs que tramitam no congresso, e normas infra-legais emitidas pelos governos, que tipificam o crime de terrorismo e avançam contra o direito à manifestação, criminalizando movimentos sociais e fortalecendo a violência contra a população pobre e a juventude do país.

– Desmilitarização da polícia e fim da repressão aos movimentos sociais

– Pensão vitalícia para as famílias dos operários mortos e incapacitados em acidentes de trabalho e a responsabilização das construtoras!

Exigimos nosso direito à cidade e nossa liberdade de manifestação!

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/650327738354880/

Comite popular da Copa: https://comitepopularsp.wordpress.com/2014/04/28/ato-15m-dia-internacional-contra-a-copa-do-mundo-de-2014/

Material para divulgação:

– Panfleto;

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“La pasión por el fútbol no puede adormecer la conciencia ciudadana”

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Por Sergio Ferrari

Fuente: Alba tv, Comunicación desde los pueblos

Con el pitazo inicial de Brasil-Croacia se abrirá el próximo 12 de junio en San Pablo uno de los grandes eventos deportivos mundiales. Desde junio del 2013, Brasil entero ha sido escenario de movilizaciones sociales que en torno al Mundial expresan facetas de descontento popular. “Las protestas no son contra el fútbol, sino contra ciertas políticas de Estado y problemas que se derivan de la realización de Mundial”, enfatiza Sergio Haddad, educador popular brasilero y desde su juventud militante-dirigente de muy diversas organizaciones sociales. Haddad fue en el 2001 uno de los co-fundadores del Foro Social Mundial y es hoy, junto con la ONG “Acción Educativa” (Ação Educativa) que dirige, uno de los promotores más activos del 3er Campeonato Mundial de Fútbol de la Calle que se realizará en San Pablo entre el 1ro y el 12 de julio próximos. “Reunirá delegaciones de 30 de los 64 países que practican esa modalidad deportiva”, subraya Haddad iniciando esta entrevista exclusiva. Sergio Haddad junto con Celia Alldridge animan la primera quincena de mayo en Suiza la Campaña “Goles contra la injusticia” promovida por E-CHANGER, organización helvética de cooperación solidaria presente en Brasil.

P: ¿Qué significa el fútbol en la realidad brasilera, latinoamericana, de hoy?

Sergio Haddad (SH): El fútbol es una pasión. Es parte de la cultura de nuestros pueblos. Una reacreación, en particular para los niños y jóvenes de todas las clases sociales. Desde pequeños comienzan a pegarle a la pelota, sea de trapo o de cuero, en potreros de la perifieria de las ciudadas o en clubles para clases medias. El fútbol, como todo en nuestra sociedad, vive un proceso muy fuerte de mercantilización. Que incluye los partidos, los campeonatos y los jugadores. Al mismo tiempo que los intereses económicos dominan este deporte, se da también un proceso fuerte de elitismo y desigualdad en la profesión de jugador. Con pocos que ganan fortunas y muchos que apenas logran sobrevivir. Es, sin duda, un reflejo directo de lo que vive la sociedad mundial en general, y nuestros países en América Latina, en particular. Somos campeones de la concentración del ingreso, producto de las políticas neoliberales de los últimos años. Unos pocos jugadores son presentados como “héroes” del mercado, de la juventud y de gran parte de la población. Y proyectan la falsa ilusión del ascenso social por medio del fútbol, cuando sabemos fehacientemente que son muy escasos los que participan de esta promoción social si tenemos los millones que práctican este deporte en el mundo entero.

Un útil para contrarrestar la violencia social

P: ¿A pesar de esos condicionantes económicos, sociales y hasta culturales…es posible imaginar otra concepción del fútbol?

SH: La pregunta clave es si el fútbol, como cualquiera otra práctica social, deportiva o cultural puede servir a otros valores en una sociedad marcada por el mercado y el consumo… Este es, sin duda, el gran desafío de aquéllos que pensamos que es posible contruir otro mundo, basado en valores de justicia social, solidaridad, democracia verdadera. El Fútbol de la Calle nació en los años noventa en el barrio Chaco Chico , en la ciudad argentina de Moreno, en el gran Buenos Aires. Venía de la mano de una propuesta de recuperar el protagonismo y el diálogo entre jóvenes en un barrio – y una realidad social- en el que la violencia atravesaba todas las relaciones: familiares, escolares, comunitarias. Pensado como una práctica socio-pedagógica, el Fútbol de la Calle tiene reglas que varían de acuerdo con cada predio y lugar en el quese practica , pero que tiene también algunos pricipios básicos.

P: ¿En que consiste concretamente el Fútbol Callejero?

SH: Un partido es organizado en tres tiempos y obligatoriamente integra niños y niñas. En el primer período, se definen las reglas de juego, basadas en ciertos valores como respeto, solidaridad, cooperación, tolerancia. Y según las mismas se definen los puntos. En el segundo momento, el partido se realiza según dichas reglas. Y en el tercero los dos equipos evalúan si los acuerdos iniciales fueron cumplidos y a partir de entonces se decide quien es el vencedor. No hay un árbitro sino un mediador que tiene un papel fundamental en derimir conflictos y en tanto que educador, promueve los valores acordados por los dos equipos.

600 mil futbolistas de la calle

P: ¿Es posible que los jóvenes entiendan y se apropien realmente de esta otra forma de percibir el fútbol, cuando los referentes mediáticos reproducen la visión tradicional y comercializada de este deporte?

SH: Sin duda, es difícil ir en contra del sistema, pero no imposible. Desde su nacimiento hasta ahora cerca de 600 mil jóvenes en el mundo entero practican el Fútbol Callejero, promoviendo ciudadanía, participación, diálogo y respeto de las diferencias.

P: En esta doble perspectiva de deporte mercantilizado y, por otra parte, instrumento creador de conciencia, ¿qué significado tiene para ustedes en Brasil el Campeonato Mundial de julio próximo?

SH: Tiene varias implicaciones. El Mundial es un riesgo en tanto que puede inducir a violaciones de derechos humanos esenciales y a actitudes xenofóbicas y discriminatorias. También es una oportunidad en la medida en que pueda mostrar que es posible, a partir del fútbol, pensar el mundo de otra manera, valorizando al ser humano, respetando las diferencias y promoviendo la paz. E implica también el desafío de promover esa otra faceta, esa otra perspectiva, sobre la base de la participación social y la creación de ciudadanía.

P: ¿Cómo se puede entender el fútbol como pasión popular y al mismo tiempo las grandes movilizaciones sociales que desde junio del año pasado han atravesado Brasil en torno a hechos ligados al Mundial?

SH: Las movilizaciones no son contra el fútbol. Son contra los gastos efectuados por los gobernantes para organizar el Mundial frente a los precarios servicios públicos ofrecidos en educación, salud, transporte etc. Esas protestas también van dirigidas contra la violación de los derechos esenciales, como por ejemplo la expulsión de familias de sus viviendas para liberar los terrenos donde se construyeron los estudios. O contra el aumento de la prostitución que viene de la mano del turismo futbolístico. No puedo negar que también parte de las protestas son dirigidas contra la Federación Internacional de Fútbol Asociado (FIFA), no solo por las condiciones que impone junto con sus grandes sponsors para realizar el Campeonato y que son aceptadas por el Gobierno, sino también y sobre todo por lo que representa en términos de mercantilización del deporte y la corrupción que viene de la mano.

“Alternativa simbólica al Mundial”

P: ¿En ese contexto, el Mundial de la Calle que se realizará en julio en San Pablo es concebido como una alternativa al Mundial oficial?

S.H: Una alternativa simbólica a los valores actuales dominantes, para los cuales el mercado es más importante que el ser humano. Es una pequeña semilla que se junta con otras iniciativas que promueven otros valores. No pienso que pueda ser un contrapunto al Mundial y tampoco tiene esa intención. Lo que queremos es ir construyendo un movimiento que pueda ser una alternativa a largo plazo. Que junto con otros movimientos y acciones ayude a pensar en construir otro futuro para la humanidad basado en valores diferente y el respeto de los valores esenciales de la persona.

P: ¿Qué esperan desde Brasil de la sociedad civil suiza, europea, internacional, en esta coyuntura del Mundial?

SH: Europa vive una crisis económica que integra además otras facetas: ambiental, social, de valores. Los movimientos sociales tradicionales parecen estar debilitados y los gobiernos pierden legitimidad al aplicar recetas tradicionales y antisociales para hacer frente a dicha crisis. Aumenta el desempleo, se debilita el Estado social, crece la desigualdad social y explota la xenofobia y la discriminación. Este Mundial, con una prensa enfocada en Brasil, puede ser también una oportunidad para que la sociedad civil europea adhiera, informe, sensibilice y busque caminos diferentes. Desde Brasil, cuna del Foro Social Mundial y de fuertes movimientos sociales rurales y urbanos, en plena América Latina, continente de esperanza, trataremos de mostrar algo diferente a partir de nuestras experiencias y de nuestra pasión por el fútbol. Queda abierto el desafío a la sociedad civil del norte de intentar también mostrar facetas alternativas….